segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Movimento central para quadros espanados... salva-quadros!


Quantas vezes você já ouviu falar de quadros de aluminio que tiveram rosca do movimento central espanado? As vezes o movimento central é de aço, oxidando-se e ficando extremamente difícil retirar do quadro sem danificar o mesmo. O movimento central é muito mais forte que o quadro, quem perde é sempre o mais fraco... pobre aluminio! Para todo mal, quase sempre existe solução, mesmo que... tabajara! rsrsrsrs
O movimento central salva-quadro é um quebra galho bem interessante. Aliás, achei a alternativa na internet com foto. A peça custará menos que a reparação no quadro, então... salva-quadro no quadro "ferido".

Roberto Furtado

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Versatilidade em bicicletas 1

Eu e o amigo Raul, após alguns passeios e bagagem de km percorridos... discutimos sobre a versatilidade e especificidade dos modelos de bicicletas. Alguns modelos, muito apreciados por cicloturistas (como as bikes de aro 700) são tão específicas para o asfalto e chão batido liso (e limpo), que ficam com uso restrito. Numa viagem, não poderia escolher entrar em uma estrada de areião, pois em algum trecho a surpresa poderia ser grande. Imagine uma bike com pneus 700 x 38 (estou sendo favorável em termos de medida de pneu), enfrentando os "bolsões" de areia fofa que passamos na RS-118... impossível! Já exigiu cuidado de MTB´s com pneus 26 x 1.95, imagine só um pneu com pouco área de contato. A areia fofa, simplesmente passaria por cima do aro, pondo a prova o equilibrio do ciclista, forçando raiamentos da roda, e possibilitando uma queda prejudicial a bike e ao biker. Longe de casa, nem pensar! No fim, penso que uma bike versátil é aquela que permite o uso em qualquer terreno proposto ao cicloturismo... alterações rápidas, como a troca de pneus slick ou mistos, por pneus de grande largura e com garras, ainda é aceitável. Supondo que o trajeto seja estudado antes da viagem, e que se saiba que são 100 km de asfalto e mais 40 km de chão batido, justifica-se a troca de pneus. Bikers experientes, não levam mais que 15 minutos para trocar dois pneus. O uso adequado dos pneus, em cada condição, favorece o ritmo, a pedalada, e poupa o cicloturista de desgastes desnecessários. Em outra oportunidade, farei mais considerações a respeito.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Um sonho de pedalar pelo Chile...

O amigo Renan e eu, temos conversado a respeito de uma empreitada que agrada a ambos. O "desafio" seria ir até o Chile pedalando, tendo a oportunidade de ver de maneira única, o cenário lindo do Chile. Uma verdade que uma empreitada destas, leva tempo... muito tempo. É preciso organizar os "pilas", as bikes, materiais necessários a manutenção das bikes, vestimentas, alimentos, e prevenção de possíveis problemas. O desafio de estar preparado é maior do que a própria viagem, pois o ritmo fará o ciclista ao seu modo. O assunto poderia gerar dezenas de posts em um forum. Uma certeza é de que esta é a viagem que marca uma vida, histórias vividas que contaríamos aos netos, e que com certeza, fariam novos cicloturistas.

O Renan têm pesquisado, e me passou alguns links úteis... aos quais, compartilho com ooutros interessados.

http://www.furiosos.cl/

http://confinsaustrais.blogspot.com/2008_07_01_archive.html

http://rodaamerica.blog.uol.com.br/

Mais dois do you tube:

http://www.youtube.com/watch?v=3xNSB6nAAP8&feature=channel_page

http://www.youtube.com/watch?v=uGLiiSCVX-c&feature=channel_page

Renan, obrigado!

Grande abraço

Roberto

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Passeio até Itapuã - via RS 118 (chão batido)!





Eu, Raul e Renan... assim nesta ordem da foto acima, proprietários de bikes de aço cromoly. Duas trek 820 e uma specialized hardrock, adaptadas ao cicloturismo. Após saída de Porto Alegre as 8:00 de sábado, ponto de encontro ao lado da PUCRS, rumamos ao entrocamento entre a RS 040 e RS 118. Logo que entramos na RS-118, percebemos que o caminho seria de média dificuldade. Havia muita costeleta na estrada de chão batido, e alguns trechos havia areia fofa acumulada. O trajeto exigiu atenção e baixa velocidade... bikes com pneus 26 x 1.95, não havia como usar pneus slick. Um passeio bastante bonito e tranquilo, e chegamos ao Restaurante da Vó (a beira da estrada na periferia da vila de Itapuã, logo após a ponte sobre o arroio Itapuã) por volta do meio dia, onde almoçamos em um buffet bem servido ao valor de 10,00 (por pessoa). Depois de almoçar, fomos a beira da praia juntamente com a boca do arroio Itapuã (ao lado do clube de regatas de Itapuã), onde batemos a foto acima. O passeio de retorno via asfalto, passando pelo Lami e pela Restinga, foi tranquilo, porém quente! Alguns km antes de chegar ao entrocamento da restinga, paramos no tradicional suco, onde descansamos e apreciamos o famoso suco. Chegamos na zona sul de Porto Alegre por volta das 16 horas, um pouco cansados, mas felizes pelo excepcional passeio que fechou com mais ou menos 100 km.

Passeios com pequenos e organizados grupos, provam que o sucesso da empreitada é total. Não houve um dano nas bikes, nem sequer um pneu furado. Companheirismo é tudo.

Grande abraço aos meus companheiros Raul e Renan

Roberto Furtado

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Eixos... qual é o seu movimento central?

Esquema para identificar sistemas de eixos, pedivela
Retirado do sheldonbrown.com
Outro dia me deparei com um problema. Comprei um pe-de-vela muito bom por um preço convidativo, porém adiquiri sem eixo. Depois fui atrás do eixo, mas descobri que existem eixos bem parecidos ao olho desacostumado. Aí achei no Sheldon Brown fotos com nomes dos sistemas... passo agora aos colegas, para que não tenham o mesmo problema que tive. O octalink é o que mais engana... são dois, que mudam apenas o comprimento dos encaixes. Não esqueçam de verificar o comprimento do eixo, e a centragem do mesmo na bike. Uma tarefa que as vezes é complicada, e deve ser vista por um bom mecânico.



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009