quinta-feira, 16 de julho de 2009

Cambio dianteiro... quando ele pode ser um problema!


O câmbio dianteiro é responsável por uma pedalada tranquila quando estiver bem acertado. O ajuste bem feito do câmbio dianteiro depende de alguns fatores. A combinação correta de peças, um mecânico experiente, e um quadro de qualidade resultam uma garantia de eficiência. Hoje, vivenciamos uma avalanche de modelos de câmbios dianteiros, alguns específicos para certos quadros, outros mais abrangentes... mas é reconhecido que as grandes marcas são as mais garantidas, especialmente quando as peças forem montadas corretamente. Uma combinação inadequada de corrente com pedevela, cambio dianteiro ou cassete incompatível, pode acabar com a alegria de um ciclista. Você já não teve uma corrente que sempre pegava por dentro ou por fora no cambio dianteiro, e se alivia a regulagem, acabava caindo para dentro ou para fora do pedevela? Então você sabe muito bem do que falo... o câmbio nunca fica devidamente ajustado. Outro dia estava refletindo sobre aqueles momentos onde você faz um "solavanco" na bike devido ao terreno, e a corrente cai pra dentro, arranhando o quadro imediatamente acima do movimento central. É de doer na alma! Pensando nisto, pesquisei o câmbio dianteiro e-type, cuja fixação é feita através da colocação do movimento central. Não é qualquer bike que aceita este, pois ele precisa ficar devidamente ajustado, e o quadro deve ser de alta qualidade. Para ver as diferenças entre eles, veja na foto dos 3 câmbios XT 2008, onde o E-type é o bem de baixo. Os outros dois são os tradicionais, puxam por cima ou por baixo, fixam-se no seat tube (tubo vertical, do selim).
Bom, acho que vou pra este lado... tenho um quadro que esta difícil de montar pq não acho cambio dianteiro. Se eu o fizer, posto aqui mais adiante.

Roberto Furtado

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Lista de inscritos no Desafio 120 KM

Hoje foi divulgada a lista de inscritos no desafio 120 km. A lista esta no site do organizador, mas segue abaixo uma cópia da mesma. Estarei lá para fotografar os colegas e oferecer algum apoio como voluntário, se alguém tiver alguma dúvida ou pedido de foto, contate a organização.

http://www.sociedade.audax.org.br/

Lista de Inscritos:
Adair Fernandes Schizzi
Alan Priesnitz Simch
Alecsandro de Oliveira Magnus
Alex Luis Volfate
Alexandre Kalvaitis de Andrade
Anderson Freitas de Albuquerque
Andre Furquim Meireles
Andreas Blank
Andrius Silveira Tupy-Assú
Armando Montano Neto
Arno Cristiano Caye
Bernardo Ronchetti
Bruno Nascimento de Abreu
Caren Oliveira Costa
Carlos Fernando Kieling
Carlos Henrique D. Krahe
Carlos Polesello
Carlos Raul dos Santos Calvete
Cássio de Moura Kolling
César Macario Nunes Olaves
Conrado da Costa Novo
Daniel Fleischer
Daniel Souza Salasar
Denilson Raupp Rolin
Edimar da Silva
Edson Carlos Berreta
Eduardo Levandoski Ribeiro
Erbio Silveira Martins
Ernesto Alexandre Caye
Esther Axelrud Galbisnki
Everton da Silva Teixeira
Everton Diniz Silva
Fabiane da Graça Mendes
Fátima Regina Cardia de Oliveira
Felipe André Rito Rodrigues Aço
Felipe Cordeiro de Souza Vacite
Fernando Giovane Ody
Flavio de Siqueira Cavalcante
Flavio de Carvalho e Oliveira Filho
Gelson Vargas Cecatto
Giancarlo Bianchin Machado
Gilson Giuriatti
Hoiama Gabriela Homem
Hugo CayeJames de Assis Silva
Jamil Silva BritesJaqueline Gnoatto
Jean Leandro Nunes Palomeque
Jean Pierre Nunez dos Santos
Jeferson da Silva Ribeiro
Jefferson Luís dos Ianha Weiand
João Marcelo Pisoni
Joelcir Jose Alves de Miranda
Leônidas Ferreira Coutinho
Lina Visconti Rodrigues de Freitas
Luciano Santana Bif
Luciano von der Goltz Vianna
Luis Felipe Cunha
Luís Roberto Velho Lazary
Marcelo Bukowski de Farias
Marcio Souza Schirmer
Marcos Ritter Rodrigues
Mariano dos Santos Richter
Mauricio Guilherme Diehl
Mauro Fernandes de Assumpção
Miguel Roberto Nunes Baladão
Partinobre Brito Fretias
Paulo Carneiro Endres
Paulo Renato Martins
Paulo Roberto Bagatini
Paulo Sérgio Wickert
Poti Silveira Campos da Cunha
Rafael Cordeiro do Sacramento
Raul Becker Grossi
Raul Zoratto Sanvicente
Ricardo Baptista Gomes
Ricardo Boose Rodrigues
Ricardo Failace
Ricardo Gama
Ricardo Leitzke
Ricardo Luiz da Silva Freire
Roberto Vaz de Siqueira
Rodrigo Costa de Castilho
Rodrigo da Rocha
Rodrigo Gomes Neves
Rodrigo Silva Zaneti
Rodrigo Hart Fagundes
Rubens Pereira Terres
Sérgio Luis Carneiro
Sergio Luiz Petry da Silveira
Sylvio Solano Correa Campos Neto
Teófilo Newton de Mattos
Valério Viégas Wittler
Valter Pietzsch
Vinicios Peretti de Freitas

obs: se algum nome estiver errado, por favor, informe.

Um grande abraço a todos e boa prova... não esqueçam dos itens obrigatórios.

Roberto Furtado

Tour de France 2009

DATE ÉTAPE DÉPART ARRIVÉE
Samedi 4 juillet 1ère Monaco Monaco C.l.m. individuel
Dimanche 5 juillet 2e Monaco Brignoles
Lundi 6 juillet 3e Marseille La Grande-Motte
Mardi 7 juillet 4e Montpellier Montpellier C.l.m. par équipe
Mercredi 8 juillet 5e Le Cap d’Agde Perpignan
Jeudi 9 juillet 6e Gérone Barcelone
Vendredi 10 juillet 7e Barcelone Andorre Arcalis
Samedi 11 juillet 8e Andorre-la-Vieille Saint-Girons
Dimanche 12 juillet 9e Saint-Gaudens Tarbes
Lundi 13 juillet Repos à Limoges
Mardi 14 juillet 10e Limoges Issoudun
Mercredi 15 juillet 11e Vatan Saint-Fargeau
Jeudi 16 juillet 12e Tonnerre Vittel
Vendredi 17 juillet 13e Vittel Colmar
Samedi 18 juillet 14e Colmar Besançon
Dimanche 19 juillet 15e Pontarlier Verbier
Lundi 20 juillet Repos à Verbier
Mardi 21 juillet 16e Martigny Bourg-Saint-Maurice
Mercredi 22 juillet 17e Bourg-Saint-Maurice Le Grand-Bornand
Jeudi 23 juillet 18e Annecy Annecy C.l.m. individuel
Vendredi 24 juillet 19e Bourgoin-Jallieu Aubenas
Samedi 25 juillet 20e Montélimar Mont Ventoux
Dimanche 26 juillet 21e Montereau-Fault-Yonne Paris – Champs-Élysées

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ciclocomputador

O ciclocomputador é um dos acessórios optativos mais interessantes aos ciclistas técnicos. A velocidade e hora, funções básicas presentes em qualquer modelo e marca, são informações menos valiosas sob o aspecto técnico. Alguns aparelho possuem pequenas quantidades de marcações, como velocidade, hora, quilometragem, velocidade média, e tempo percorrido, porém hão aqueles modelos que marcam temperatura, cadência, diferentes velocidades, funções de GPS, e até mesmo informam batimento cardíaco do ciclista. Dentre as marcas mais conhecidas e confiáveis estão presentes, Vetta, Cateye, Sigma, Garmin, e outras.
Ciclistas que realizam provas longas, necessitam estudar o caminho com aclives e declives, buscando poupar-se e obter bons resultados. O AUDAX e outras provas de longa distância, seguem bem exemplo deste uso tão necessário de um ciclocomputador.
A foto ao alto é de um modelo sigma (BC 1106), boa relação custo benefício, aparelho de ótima qualidade.

Roberto Furtado

sábado, 11 de julho de 2009

Desafio 120... Promessa de um grande evento!

Inserido no meio de diferentes personalidades do ciclismo, percebi que tudo gira em torno deste evento. Comerciantes e amantes, bem como os próprios participantes, especulam detalhes do evento que promete... promete mesmo. Boatos de que apareçam mais de 100 inscritos, se espalham e chegam a qualquer magrela que tenha sede de asfalto. Um ânimo diferente dos anteriores eventos Audax se mostra através de comentários diversos, imprecisos ou coerentes, muitos apostam. É... o "desafio" só vai! Sem mostrar qualquer sinal de desânimo ou desistência por parte dos ciclistas e da organização.
Espero que o evento seja tão bonito quanto promete ser, afinal de contas, não é todo dia que se tem um desafio 120 km...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Full suspension - opção de conforto ou esportividade

GT Marathon Elite ano 2009

GT I-DRIVE 1.0 ano 2006

Bicicletas full sugerem (ou assim pensam as pessoas) que foram projetadas para modalidades como downhill ou onde ocorram muitos obstáculos. Enganam-se aqueles que assim pensam. Bikes full, geralmente, são bikes projetadas para possuir amortecimento traseiro, aliviando as pancadas pela diferença de nível ou absorvendo deformidades que o solo apresenta. Pode ser um projeto destinado a all mountain e XC, sem finalidade de receber pancadas, ou então bikes para downhill e free ride. Existem variações especificas, importante é seguir a indicação do fabricante.
Para quem curte um asfalto com conforto, uma bike de all mountain se encaixa legal. Tenho um GT marathon full, e uso somente no asfalto. A diferença entre ela é uma hardtail é grande, sem menosprezar qualquer uma da opções. A full se apresenta muito confortável, ligeiramente mais pesada ao pedalar... mesmo sendo I-Drive (sistema que otimiza a pedalada). Alguns modelos de full, sem qualquer sistema de otimização de pedalada, consomem muita energia em subida e em sprint, fazendo com que as full tenham má fama com relação ao desempenho. Quando se trata de I-drive, não percebo esta diferença, mesmo sem trava no shocks traseiro. O shock traseiro faz diferença de acordo com a qualidade, entra-se na questão do peso e da eficiência do mesmo. Se tratando de boas marcas não devem haver grandes diferenças, particularmente se forem de ar/óleo, pois são suaves e aceitam calibragens variadas de acordo com o peso do biker.
As bikes full tem um perfil interessante quando falamos de pavimento acidentado, pois elas "copiam" as irregularidades, mantendo muita estabilidade onde as demais bikes sofrem pequenos desvios que poderiam ocasioar em perda de controle.
Com certeza, uma full é um brinquedo muito interessante, seja para asfalto ou para modalidades radicais. A parte triste de uma full é o custo, geralmente uma boa bike destas, fica acima de 4 mil reais, incompatível para uma realidade brasileira de árduos impostos.
Roberto Furtado