sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Final de semana sem bike!

Bom, neste feriadão, dias 31 de Outubro, 1 e 2 de Novembro... não vai ter bike. Vou pescar, isto mesmo. Vou pescar, e ver a viabilidade de fazer um trajeto de viagem de bike. Vou de carro, mas gostaria de ir de bici. Vou para sondar a estrada, ver onde é possível parar, e fazer umas fotos.
Se aprovar, faço um passeio programado... terça feira, haverão fotos para postar aqui. Justifico minha ausência biker neste finde.
Um ótimo feriado a todos.

Roberto Furtado

Proposta de passeio da ACZS

A ACZS este ano vai inovar com o Passeio do Morro do Osso!!!Você que vai ficar ai no feriado e esta afim de um pedal mais radical, o Passeio Morro do Osso será de 25km com 420m de subida acumulada.O trajeto passará pelos mais belos morros de Porto Alegre, onde os ciclistas poderão desfrutar da linda paisagem da nossa cidade.O percurso terá grau de dificuldade de médio para mais.A saída acontece dia 01 de novembro às 9h na Wensceslau Escobar 1740, enfrente a Imobiliária Dimóvel.Logo faremos o abraço ao Morro do Osso e em seguida, iremos para o Morro Tapera (Juca Batista).As incrições devem ser feita no local mediante a entrega de 1kg de alimento não perecível. Os participantes concorrerão a brindes especiais da ACZS, da Federação Gaúcha de Ciclismo e Rádio Ipanema !! Contamos com sua presença! Dúvidas e/ou informações entrem em contato com a ACZS.

ACZS - Associação Ciclística Zona Sul

Fone 51 3024 7413

http://www.aczs.com.br/http://www.aczs.wordpress.com/

Origem da mensagem: convite recebido por email e repassado

Roberto Furtado

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sentimentos em todos os tempos - fora da proposta biker!

Antes de mais nada, peço desculpas... desculpas por postar este aqui, pq talvez ele não seja exatamente o foco do blog, pq talvez não corresponda com as espectativas dos seguidores, anônimos ou não. Explico isto pq o blog, como toda intenção particular e pessoal, sempre tendencia para o lado que o seu colaborador quer. Um pouco injusto, pq as vezes, fica o leitor a espera de algo específico como é este blog, e pode simplesmente chatear-se com o conteúdo diferente. Como acordei muito cedo hoje, e como não estou inspirado suficientemente para uma abordagem específica, resolvi copiar e colar um material que estava em um outro blog que tive, e que hoje não esta disponível a leitura. Neste "texto" citei o vento... aquele mesmo vento que toca o rosto do ciclista, que faz valorizar um Audax, uma superação, valorizar a vida! Após desculpas e esclarecimentos, espero que um pouco agrade. O espaço para comentários esta disponível, inclusive para críticas. Segue então... da série: "Ciclista também é sensível!" rsrsrsrsrsrsrs

Um abraço

Roberto Furtado

Sentimentos em todos os tempos

Tempo de amar, tempo de sorrir, de chorar, viver e morrer. Viver é morrer, conhecer e aceitar. A vida é a chance que o tempo sem graça fez pra ti ver feliz, pra simplesmente se alegrar ao observar. Somos explosão de sentimentos, do beijo dado a quem amamos, a último aperto de mão e enfraquecimento de lembranças daqueles que nunca mais "vimos". A vida é cor, mas a cor precisa do teu olhar para viver... viver é essencial a cor, pois ela existe para ser apreciada. O acaso nos fez para apreciá-la, pq não sei como precisar a ordem... qual intenção nasceu primeiro? Quando for tempo de chorar, chore, em tempo de sorrir, sorria... tudo necessário, importante como um ecossistema. Somos pedacinho de um e outro, amamos e sentimos por uns e outros, interagimos em reação a ações que pensamos inexistir. A vida é confusa, é sim, tão confusa quanto isto que escrevo, mas vida é um oceano de empolgação e de sentimentos. Saborear o colorido do verde de uma folha jovem contrastado com o céu de intenso azul, é como beijar, como apreciar o doce sabor de uma maça. Sinta o sabor, a cor, o vento... o vento é o fenômeno climático mais bonito que já senti. Vento é carícia sobre a pele do rosto. Carinho que a natureza criou pra afagar seus filhos...

Roberto Furtado

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Fotógrafo e Ciclista!

Bisbilhotando o forum das clássicas, me deparei com esta imagem... fiquei em dúvida se este cara é biker, ou fotógrafo. Achei a foto muito expressiva, limpa e sugestiva. Um lugar, uma bike, uma máquina fotográfica, eternização do momento!
Foto: retirada sem indentificação do bike forums.

Roberto Furtado

Pra não perder o hábito... mais clássicas das décadas 60, 70, 80 e 90's




Resolvi retomar o estilo de postagens que ficaram para trás... ao estilo Cr-Mo, onde as bikes era fabricadas para durar mais que os próprios ciclistas. Bikes voadoras, bikes romanticas ao estilo das décadas de 60, 70, 80 e 90. E o que aconteceu com tanto capricho, tanta poesia em bikes? Esta é a pergunta que me faço todos os dias quando vejo o que vende na atualidade. Entendo certas idéias e projetos, certas vantagens, mas ainda não vi a qualidade estética vivenciadas pela juventude destas décadas citadas. Exceto pelo persistente artesão (frame builder), que ainda fabrica quadros a moda e estilo da época. Ao estilo da época é injusto, pq hoje contamos com mais tecnologia para fabricar e "moldar" o quadro. É possível fazer muito mais que no passado... inovações válidas como freio a disco, e outras boas adaptações a vantagens da atualidade.
Fotos: retiradas e sem identificação do bike forums
Roberto Furtado

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Quando "acaba" uma bike!


As vezes percorro algumas lojas de Porto Alegre, procurando peças abandonadas e trocadas. É comum ver bikes antigas de ótima qualidade, abandonadas em lojas. Na era do alumínio o assédio dos fabricantes e lojistas convencem ciclistas que não são pacienciosos. A bike começa a fazer um barulho, o ciclista ignora... poe um oleozinho, e não verifica pq do ruído. Penso e entendo esta posição, pq é muito mais fácil comprar algo pronto, bonito, e leve, do que correr atrás de reforma e peças difíceis de encontrar. Volta e meia encontro mais uma para restauro, normalmente uma bike no "osso", faltando tudo. Começar do zero não é nada fácil, mas tem um sabor especial. Uma das minhas investidas é um trek 470, que já descrevi a história aqui no blog... hoje, ela esta pintada, e quase que totalmente montada. Faltando detalhes pequenos, como fita de guidão, maçanetas de freio, recuperação do avanço, e mais alguma coisinha que não lembro. Como tem sido difícil restaurar esta bici... as peças foram herdadas de outras bikes sucateadas, garimpo de internet, horas de estudo e análise. Um trabalho que esta próximo do fim, mas garante que o envolvimento ainda é de algumas boas horas. Quando penso nisto, me lembro que é muito mais fácil destruir do que construir ou consertar. Consertar, particularmente é pior que fazer pela primeira vez, pois aparecem "N" impecílios numa jornada reconstrutiva. Se vejo uma MTB acabada, até entendo se ela for uma bike de trilha... mas uma speed, para chegar no ponto de que tenho visto por aí, deve ser sido tratada como sucata esquecida na garagem, destas que se aproveita para pendurar gaiolas e outras "cacarias" em desuso, até que um dia joga-se fora. Já encontrei algumas coisas inacreditáveis por aí... Raleigh, TREK, GT, Giant, entre outras preciosidades abandonadas. O pó em algumas ocasiões, impedia de se ver a cor da bicicleta. Tipo uma bike cinza... ao estilo camurça sujo! O que acontece com estas pessoas? Pq abandonam suas queridas bikes? E estas econtradas aos restos em pequenas lojas? O que será que acontece? É a história de uma bike, que algum dia e em algum lugar, fez alguém feliz!

Fotos: sem identificação encontradas na rede

Texto: Roberto Furtado