terça-feira, 6 de março de 2012

Fourcross em Nova Hartz no próximo Domingão


Acontece no dia 11.03.2012, próximo Domingo, na Chacará dos Kautzmann, a primeira etapa do Campeonato Gaúcho de Fourcross. Este ano será feito um esforço da FGC e dos atletas para que o FourCross possa ser uma modalidade independente como DH, XC, Maraton, etc 
O evento prestigia a cidade de Nova Hartz, cerca de 65 km de Porto Alegre. Pertinho... oportunidade para quem quiser assistir eventos ciclísticos de fortes emoções.mais informações no novo site da FGC.
Acima esta o video amador feito no local, demonstrativo da pista.

Roberto Furtado

segunda-feira, 5 de março de 2012

Bicicletada Nacional - 6 de Março de 2012


Nesta Terça-Feira, em protesto pelo atropelamento de Juliana Dias, será realizada uma Bicicleta Nacional. É importante que a comunidade ciclística, munida de "ordem" e bicicleta esteja organizada em todo Brasil para um momento de luto e de esperança em favor da paz no trânsito. Todos que acreditam na bicicleta e que possam acrescentar adjetivos aos grupos ciclísticos, devem se juntar no local de sua cidade, estabelecido para protesto. No flyer aparecem algumas cidades. 
Já que não é possível trazer Juliana de volta, então que a baixa da ciclista seja um ícone importante na história da bicicleta. Estarei junto com os ciclistas no EPATUR para registrar. 

Roberto Furtado

sábado, 3 de março de 2012

Baixa de guerra no mundo da bicicleta... Juliana Dias!

Fotografia Band: Diogo Moreira / Futura Press
Não há tempo... não há como voltar atrás nem mesmo por um segundo. Evitar o ocorrido é agora um desejo do presente, mas torna-se um desejo inconcebível. O homem perdeu o foco nas prioridades da vida. O tempo é mais importante do que a vida! Não há tempo nem para o presente, o que dirá para o passado. Remediar é impossível. As ruas do Brasil e do Mundo viram palco de guerra, no lugar de tiros, freiadas bruscas que não evitam o resultado trágico. Buzinaços para ganhar a razão, quando deveriam ser realizados para evitar catástrofes. Juliana Dias é mais um vítima do "acaso" onde todos gostariam de mudar o espaço temporal, mas todos os dias acordam sem colocar em prática uma fração das palvras ditas quando estão sensibilizadas com o "inevitável"! Juliana dias era ativista do meio ambiente, entre seu arsenal estavam atos de plantio de cerejeiras, uma bicicleta para ideais de mobilidade urbana, sua nobre formação de biologia e sabe lá quais armas esta menina possuiria. Menina muito amada, notável através de blogs, redes sociais, amigos a amavam. Há revolta, haverá saudade, não haverá solução... Na guerra em favor da paz, ciclistas em baixa de guerra são migalhas que causam um impacto momentâneo, depois são esquecidos, depois novamente lembrados em semelhante baixa de guerra. Para que a mídia não específica explora as pessoas, ou a tragédia, se não consegue mudar nem sequer uma fração dos comportamentos? A mídia e oportunistas aparecerão! Continuará sendo a tal direção defensiva uma teoria que jamais será provada em prática. Motoristas são flagrados tão distraídos, irritados, violentos que é possível que nem estejam mais pensando em seus atos. O vazio que deixa uma ciclista que plantava árvores é o silêncio que deveria permanecer para sempre nas vidas daqueles que jamais pensam em mudar e causaram tragédias em vidas alheias. No asfalto da Avª Paulista, no dia 02 de Março, ficou Juliana Dias eternizada pelas fotos de centenas, talvez milhares de brasileiros, num horror para a família e amigos. Possivelmente fosse irmã de alguém, talvez esposa ou namorada, com centeza amiga e filha. Perda irreparável para pessoas do convívio, para o ativismo da paz. Uma bandeira preta não resolve, não ameniza, não evitará novas histórias... mas causará impacto nas vidas daqueles capazes de refletir. Lamentavelmente, como na guerra de tiros e bombas, morrem sempre aqueles que se encontram no campo aberto. Soldados são atingidos no campo aberto, heróis sem medalha, história nas lembranças dos colegas e amigos. Antes que alguem conclua que a bicicleta fez isto por Juliana, pense que os comodistas são aqueles que jamais subirão em uma bicicleta... e que acreditar na bicicleta como opção de mobilidade urbana é uma questão de consideração com a sociedade e com o meio ambiente. O comodismo é sempre um adjetivo egoísta! Lamento não ter conhecido Juliana, guerreira da paz!

Roberto Furtado

sexta-feira, 2 de março de 2012

Andarilhos


Em frente ao horizonte com o olhar fixo na linha que divide o céu e a terra, segue pedalando um "andarilho". Entre segundos de uma cadência e pisar nos pedais no tempo certo, um ritmo ótimo. A vida corre de encontro ao horizonte sem destino definido. O dia é curto, e possivelmente o paradouro é algum descampado suficiente para montar a barraca. Preferência para margem próxima de um córrego, talvez que tenha um pé de araçá para comer frutos. Que seja seguro, limpo, abrigado do vento... e que não tenha muitos mosquitos. Se tiver, paciência, talvez a fogueira de gravetos faça uma fumaça que os espante. O sol vai se pôr, e é um momento triste, bonito que guarda outro presente. Com a ausência do sol, um céu de estrelas para serem contadas... e certamente o sono virá. Corpo que cansa, repousa, se alivia da carga, e assim a mente entende que a missão foi completa. O amanhã? Talvez sentido oposto, talvez outra direção, talvez mesmo sentido do vento, dono do tempo, amigo dos favoráveis, inimigo dos insistentes de ir contra. O paraíso é relativo como a vida, pode ser frutos silvestres, um incerto amanhã, ou quem sabe o fim de anseios por mudanças. Talvez a vida seja pedalar com apenas 2 reais no bolso, pode fazer mais sentido do que salário e contas equivalentes, equilibrio desequilibrado que tira sempre um sono e que pede compensações. A vida é uma estrada, nela estão sangue, suor e lágrimas, também alegrias para quem as valoriza. E não é possível esquecer, para um andarilho cada manhã traz o bom dia do deus Sol, anunciado por estrelas que sempre o antecedem. Ou seria o infinito anunciado pelo súdito sol... referências ocorrem para dar perguntas, as quais sempre teremos, e com as quais sempre saberemos para onde ir. Andarilhos  tem um único destino... a estrada!

Roberto Furtado

quinta-feira, 1 de março de 2012


A grande vantagem da internet é justamente esta loucura de trocar informações facilmente... se recebe e se doa assunto na velocidade da luz. Num momento estamos em casa, e podemos ver um video que pode ter levado semanas para ficar pronto. E como não se emocionar assistindo um top video destes com música de fundo no máximo. Dá um arrepio no louco... dá vontade de se juntar com a turma e detonar nas trilhas. No meu caso, quase impossível... mas uns vários amigos e colegas bikers que conheço, poderiam sim.
Mudando de assunto, recebi conselhos de amigos, pois confesso que as vezes fico cego sem saber para onde ir ou que rumo dar ao blog... o que chamo de autenticidade é afirmar isto aqui! Nos conselhos de amigos, redução dos tamanhos dos textos, menos rigidez com assuntos que me posiciono firmemente, também textos não justificados. Ah, se eu pudesse saber o que cada um de vocês pensa... isto seria bom demais, e perfeito ficaria se de forma geral a resposta fosse sempre a mesma. De qualquer forma, tentarei me manter neste eixo ciclístico informal. Agradeço de coração aberto a todos os que frequentam este espaço, e que conseguem tirar algo bom, sendo bobagem ou seriedade. Não esqueçam jamais que os números surpreendentes para este blog são feitos por vocês! Se a visitação é um estouro para o bloguito é pq de alguma forma encontrei o que interessa a vocês! Curtam o video, e pensem em coisas boas! Roda pra frente, pq estamos na trilha que não deve ter fim...

Roberto Furtado

Mapa do Audax 200 km da Sociedade Audax de Ciclismo...

Udo Mapas
O trajeto dos 200 km da Sociedade Audax de Ciclismo não é nenhuma surpresa. Tornou-se este caminho um clássico para os ciclistas, e fazem os experientes praticamente no piloto automático. A mente do ciclista audaxioso é mais sólida que as pernas, embora muitos continuem achando que não. Uma mente forte é a certeza de usar o corpo corretamente, corrigindo assim qualquer possibilidade de perdas, garantindo a finalização. E se falarmos em finalizar um Audax 200 km, que não é nada de outro mundo, devemos salientar que esta prova é um passeio para grande maioria dos ciclistas. Não estão eles interessados em correr, em se posicionar ou superar colegas... buscam sempre duas coisas, ou pelo menos que assim seja: superação pessoal e exercício para uma mente sadia! 
Agora... contagem regressiva por um dia muito esperado!

Roberto Furtado