segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Downhill Urbano do Vinho - Imagens!

Fotos oficiais da FGC
Não havia dúvidas de que o evento seria um espetáculo de sucesso! Quem participou desta grande festa no ano de 2011, tinha consigo a certeza de que havia tudo para ser outra grande oportunidade de ver "meninos voadores". Felizmente ninguém machucou-se de forma grave, mas obviamente ocorreram tombos. Não dá pra esperar que todos voassem sem um mínimo erro. Seríamos hipócritas se acreditássemos nisto... é como jogar na loteria, alguém sempre vai acertar, nesta, ou em outra oportunidade.
Dentre os presentes, pilotos de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e até mesmo um eslováquio! Filip Polc, nome muito conhecido no mundo do downhill, estava presente para prestigiar o evento que teve apoio da Red Bull. Polc é realmente um grande piloto. No qualify ficou com o segundo melhor tempo, e na oficial ficou em primeiro. Ele, e o Menino Fantasta, Lucas Bertol, estiverem afastados por apenas 3 centésimos de segundo na oficial. Aliás, pouco atrás estavam diversos pilotos Brasileiros que sempre estão no pódio. O lendário Markolf, seguido de Zottis e Cenci, fizeram o espetáculo. Nesta vez percebemos algo valioso no Downhill, onde um piloto da Junior da ADHV, Alisson Mattje, de 16 anos, teve tempo 2 segundos maior que Bertol e Polc. Isto diz para todos que o Downhill esta plantado, e no esporte há um futuro para colher. Em sua categoria, Alisson não tem concorrentes... tanto que o pódio tem sido sempre dele. Não que os demais pilotos da Junior não sejam bons, mas sim pela superioridade do menino da cidade de Portão. O downhill reserva muitas surpresas para o mundo da bicicleta. Um esporte que cresce tanto, ganha a atenção de apoiadores, patrocinadores e novos entusiastas. Este crescimento pode levantar a bandeira bicicleta.
Mudando de assunto, a FGC teve sua GOPRO Hero 2 roubada durante o evento. Em todo evento de grande porte tem acontecido um ou outro furto, isto nos diz que devemos dar atenção para o problema. Quem sabe se todos nós, da comunidade ciclística, podemos cuidar melhor uns dos outros e por fim minimizar os prejuízos, ou até mesmo desmascarar os malandrinhos infiltrados. Deixo este alerta para refletirmos sobre este problema, que se repetiu em SC no Mundial Master. Todo ano é a mesma coisa... palavras do escrivão da Delegacia de Bal. Camboriú. Não são ETs que estão em nós, são malandrinhos furtadores.
Fecho a postagem agradecendo a ADHV, a FGC, e a Revista Bicicleta pelo apoio. Parabenizo a ADHV que fez um ótimo trabalho. Com pequenas melhoras pode surgir a capital nacional do Downhill. Não duvide!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Massa Crítica dos 20 anos

Massa Crítica - fotos
 Um tanto quanto complicado... sempre tenho muito receio de estar e falar da Massa Crítica. Vejo que a intenção é algo muito positivo, unir forças! Contudo, sempre há o porém, e neste porém estará a parcela de prejuízo. Há muito para valorizar ali, mas ocorre também mais de um problema. Nos rostos de uma maioria, o sorriso mais sincero que pode existir. Aquele que alimenta a alma e que obviamente é gerado pela maior invenção do homem. Não preciso detalhar que a invenção é a bicicleta, mas sempre existe alguém recém chegado! Encontrei algumas pessoas das antigas, outras de recente oportunidade, e outras jamais havia visto. Sempre tento passar alguma mensagem de otimismo, com a cautela de não forçar a barra para nenhum dos lados... pois muitos sabem, o extremismo não mora aqui nas páginas deste blog, nem nas páginas da Revista Bicicleta, tampouco naqueles que continuam mostrando que a bicicleta é gentileza sem derrubar o direito alheio. Vi coisas bonitas lá... pessoas simples, pessoas interessadas, algumas são políticas, mas o que fazer? Parece que todo mundo corre atrás de algum interesse, em troca de algo. Talvez até eu... fui lá pq tinha interesse em registrar algo diferente, eternizar algo que para mim tem valor. A fotografia é um sentimento! Poucos entendem isto, sem qualquer intenção de menosprezar aqueles que entendo desconhecer este detalhe da imagem congelada no tempo. Matematicamente não há uma foto no mundo que seja igual a outra, posso provar sempre que for preciso. Em algum lugar, alguém começou algo chamado de massa crítica, e que hoje faz 20 anos. Uma boa idéia, se levada adiante com respeito, sentimento, e estratégia. Gostei de ter ido... algumas coisas ofuscam o brilho. Tipo dois ciclistas distantes um do outro, ambos visivelmente embriagados, sendo um deles uma moça, que em seu zigue zague ciclístico quase me derrubou. Deveria um ciclista estar embriagado quando estamos ali a ambicionar por direitos? Reflexões, algumas direcionadas, e talvez o mundo possa ser salvo, mas não quando o assunto é condutor de qualquer veículo e bebida alcoólica. Pense... e lute, afinal, tem 20 anos que alguém plantou uma semente. Será que deu certo? As imagens estão linkadas abaixo da primeira foto.

Roberto Furtado

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Coroa escapando na filha de Éolos... Oficina nela!

 Para quem lembra, esta é uma TREK 470, comprada no Dudu Bike em 2011. Fiz umas postagens abordando algumas questões do uso, e a bicicleta chamei de filha de Éolos. Alguns ciclistas devem lembrar... já tem algum tempo esta história. O fato é que a coroa do meio esta bem gastinha, e se der uma forçadinha escapa. Então resolvi que era o momento de fazer algumas tarefas neste brinquedo rasgador do vento. A coroa já troquei, e levei as rodas para trocar os cubos. Os cubos que eu tinha nestas rodas, eram muito novos, comprei em 2008, e usei pouco. Como são cubos importantes para um novo projeto que surgirá dentro de algum tempo, resolvi aproveitar a parada desta bike para substituir os cubos. Pedi ao Tchaka que fizesse esta substituição por uns cubos 2200 da shimano, pois estes também são polidos e deixarão a bike com a aparência old school e ao mesmo tempo abandonado.

Estou aguardando para começar um curso de operador de câmera, e já vi que neste curso poderei ir de bicicleta. A bicicleta ficará meio exposta aos olhares de quem passa nas imediações, esta será perfeita. A coroa que preta, será substituida por uma de aço zincado. Com ela, embora seja uma grande bicicleta, estarei tranquilo, pq a aparência descreve algo bem velho e isto afasta os bandidos. Ou pelo menos é isto que espero. Gastei um pouco na compra, outro pouco na desmontagem e remontagem, agora com algumas peças trocadas fica mais interessante. Espero realmente que ela não perca este ar old school detonado. Pensei em alterar espiga, ou guidão, mas isto até não me incomoda tanto.  Afinal, se o conforto não é tão prejudicado, a vantagem do péssimo visual traz um outro conforto, este tal de não ser atrativo aos furtadores de plantão. Em todo lugar, toda hora alguém tem sua magrela roubada. Se fosse um único ladrão, este cara estaria rico! 

Roberto Furtado

Alterações no Bikes do Andarilho... pra melhorar!

O crescimento do blog traz algumas dificuldades. Organizar as imagens, agendar postagens, estar em diversos locais, administrar tudo isto com trabalho e com a vida pessoal não é tarefa tão simples como possa parecer. Recentemente a interface do blogger mudou definitivamente, e toda munda deixa a gente meio atrapalhado quando caímos na rotina. Algumas pessoas perguntam: "Porquê o blogger?" E respondo, ainda é o mais confíavel, prático, interligado as contas do picasa, gmail, google e raramente ocorre algum problema como ficar fora do ar. É um sistema totalmente funcional. Criar algo diferente disto, agregará custos a esta estrada, e poderá complicar a vida. Neste momento pensei em reduzir a quantidade de álbuns, apagando alguns e reduzindo imagens de outros. Achei que seria uma pena, e por este motivo resolvi criar uma nova coleção. Um novo conjunto de álbuns que serão expostos da mesma maneira, mas através de outro botão, também identificado no blog. Isto acontece pq há um excesso de imagens, e elas precisam ser identificadas e ligadas em cada postagem. Por exemplo, esta imagem da sinalização sobre início de faixa para bicicleta foi retirada do álbum ciclovias de Porto Alegre. Matéria que saiu este mês na Revista Bicicleta. Se o álbum fosse apagado, esta imagem ficaria sem o endereço, e apareceria uma imagem preta, apenas. Por este motivo, as próximas imagens serão aplicadas em um novo álbum, e assim continuaremos a desfrutar de coleções mais antigas. No passado apaguei algumas imagens, e hoje me arrependo, então hoje começamos um novo álbum, com novo endereçamento. Para quem for procurar imagens até 23.09.2012, deve entrar no álbum antigo, e quem for procurar imagens dos eventos desta data em diante, deve acessar o álbum novo. Não é ara criar confusão, apenas para explicar que haverá mais uma coleção de fotos, que nasce neste momento e que acomodará todas as provas deste momento para frente. No próximo mês, o blog fará 4 anos... iniciará a caminhada do 5º ano com mais novidades, mais imagens, mais coberturas fotográficas, e participando em parceria com a Revista Bicicleta, que é outra iniciativa que mais cresce em seu segmento. 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O maior downhill urbano do Brasil... é agora!

Na contagem regressiva... Os fortes do downhill estarão em Bento Gonçalves para o maior downhill urbano do Brasil. Os preparativos estão a todo vapor! A Cidade se prepara para recepcionar aproximadamente 10.000 espectadores, superando a marca do ano anterior, que foi de 8.000 pessoas. Estarão no evento personalidades do mundo DH, Filip Polc, Markolf, e outros grande nomes do MTB mais radical. O Downhill Urbano do Vinho torna-se uma realidade em sua segunda edição. 
O segredo esta na combinação da prefeitura de Bento Gonçalves, com a FGC e a ADHV. A união faz a força, levanta capital para investir, e concede um cenário que é realidade rara! Os meninos voadores estarão dando um grande show neste sábado e domingo, 29 e 30 de Setembro! Quantos serão? Rumores giram em 300 atletas! Será? Esperamos que seja realmente assim!
Será uma grande oportunidade para pilotos, espectadores e para os veículos de comunicação. A Revista Bicicleta estará presente para eternizar mais um "episódio" da história de sucesso! O que esperam os leitores??? Algo que descreva parte deste grande evento! Em listas e grupos do meio downhill, a certeza é única... será maior que o Mundial Master 2012. Isto, se falava por lá, nas rodas de conversa do esporte da bicicleta que mais cresce no Brasil. Grave e lembre! Downhill será o maior esporte da bicicleta nestes lados do mundo. Ninguém segura esta modalidade...

Roberto Furtado

terça-feira, 25 de setembro de 2012

GT Timberline FS... é revitalizada!

 Dias atrás resolvi assumir este projeto... e um amigo aqui de Porto Alegre quis mostrar suas habilidades sobre processos revitalizadores. Concordei em passar a bola para ele, ou melhor a bike, pois tenho tido muitas tarefas para realizar. Desta forma permito manter o ritmo do blog, e ainda podemos descobrir os dotes de outros apaixonados pelo mundo old shool. Logicamente já havia avaliado os trabalho do André Alves, e eu diria que este é surpreendente. As imagens deste post são do trabalho concluído.
 André fez um serviço de polimento em cantinhos da bicicleta, e um trabalho geral que levantou a moral da bike. Procuramos deixar as peças que podiam ser utilizadas, e as peças que não podiam substituímos por peças da época, naquele trabalho de garimpo que somente os dedicados conseguem compreender. As dificuldades de se encontrar componentes. O selim e as manoplas foram utilizados da GT, porém modernos. Assemelham-se ao material da época, inclusive pertecem ao mesmo fabricante fornecedor da marca, a Velo.
 Os câmbios e o pedevela utilizamos Shimano STX, pois estavam em excelente estado. As molas estavam fortes, as folgas inexistiam, e as coroas estão em plena ordem, sem qualquer sinal de desgaste. O cassete é também original, apresenta mínimo sinal de desgaste, que com a corrente nova deu uma pulada. Contudo, espera-se que o casamento das duas peças ocorra nos primeiros 50 km, uma vez que seja mínima tal relação de desgaste. Caso isto não ocorra, já separei um cassete novo de 7 velocidades para substituição. Devemos manter tudo mais próximo do original no assunto da revitalização reconstrutiva. 

 A mesa de sistema aheadset foi uma decisão difícil. Este modelo, originalmente possuia caixa de direção over de rosca, de inserção na espiga do garfo. Como achamos essencial dar este destaque do guidão e mesa com tratamento superficial específico de uma época, optamos em aumentar a espiga utilizando embuchamento de aço com solda TIG. Deixamos a espiga alta pq é conveniente tal opção já que o aumento foi realizado. Aquele que resolver desfrutar da bicicleta, poderá decidir a altura ideal. O recorte pode ser feito posteriormente, em qualquer oficina de qualidade. 
A suspensão Rock Shox, original da época, estava em excelente estado. Foi revisada pelo Tchaka, assim como os cubos dianteiro e traseiro. Suspensão aberta, limpa, lubrificada, e nada foi substituído ou  reparado, apenas limpeza e lubrificação. André verificou o estado dos tubos, onde se remove o movimento central, caixa de direção, etc. Antes de remontar, cobriu as faces com graxa, evitando a corrosão devido a umidade do tempo. 
O platô protetor de raios que aparece junto do cassete foi substituido por um novo, mas semelhante. Este disco de plástico estava amarelado, rachado devido ao uso e tempo.
A bicicleta não apresentava nenhum sinal de corrosão, era um material de uso normal, nada extremo, mas sem cuidado de manuseio. As marcas na pintura justificam esta afirmativa. Muitas das marcas na tinta foram retocadas pelo André. Esta tarefa faz parte do trabalho de revitalização de bicicletas. Isto inclui também em manter sapatas de freio cantilever, que obviamente apresentam um endurecimento físico da borracha, e consequentemente ocorre a perda de desempenho na frenagem. Por isto, também deixei uma reserva. Consegui sapatas de freio XTR, originais para cantilevers, e as deixo guardadas para necessidade da substituição. A carta na manga deve ser uma preocupação dos saudosistas, pois de outra forma, proprietário do projeto deverá optar por peças modernas, e isto traria um ônus considerável ao princípio restaurativo.

Os pedais também foram instalados da época. Não havia como utilizar algo moderno neste projeto, então aplicamos os pedais que restaurei tempos atrás. Eram instalados em uma bicicleta Haro da década de 90. Se aproximam muito aos que eram aplicados na GT, diferenciando por referência do fabricante. Possivelmente o design destes também não era igual. Nas imagens que encontrei na rede, não pude precisar o modelo. E os que vieram na bicicleta foram substituídos pq eram de alumínio, totalmente diferentes dos originais.  Os aros e cubos são de uma irmão próxima, outra GT da época. Os aros parecem ser os mesmos, mas como não possuem inscrição do modelo, então fica impossível afirmar que sejam iguais. Podem ser mais largos ou mais estreitos, e a precisão neste caso termina sendo determinante no resultado final do projeto. Quem quer se aventurar neste mundo da restauração e reconstrução, precisa ser "chato", exigente! Ter noções sobre materiais, sobre os processos que envolvem pintura, solda, e conhecimentos gerais sobre as bicicletas. 

Por indícios da própria bicicleta, e de informações encontradas na internet, tais como bicicletas reconhecidas por semelhança e banco de dados do Bikepedia, pudemos precisar o ano desta bicicleta como sendo de 1995. Os tubos de Cromoly, ou Cr-Mo 4130, descrevem aquela velha história pregada aqui no blog. O material é nobre, me desculpem os insistentes e de certa forma ignorantes sobre o assunto. Cada material tem seu lugar no mercado, mas Cr-Mo não é um aço comum, tampouco deve ser comparado em qualidade ao alumínio, e equiparações sobre peso e desempenho em provas, diminuem em um degrau a afirmativa de quem contesta esta minha insistente valorização do material. Aço Cr-Mo é forte como o alumínio jamais será, flexível como o alumínio jamais sonhará, nobre em sua composição como muitos jamais compreenderão. É um material que decaiu na aplicabilidade por motivos diversos, muito provavelmente por interesses da industria. Contudo, a industria não consegue se livrar dele, pq nenhum outro possui tais propriedades. É como ter caráter, ou se tem, ou não se tem!

Voltando a bicicleta, também é relevante falar sobre detalhes pequenos. Os parafusos para fixação de bagageiro, da garrafinha ou outros acessórios, ainda era originais. As blocagens era da shimano, mas eram de alumínio, modernas. Naquele tempo, principalmente em cubos mais simples como os Alívio, Acera, Altus, e até mesmo os lendários Exage, eram aplicadas blocagens de aço cromado. Estas possuiam grande funcionalidade, qualidade de aperto, e grande segurança. Digamos que foi neste período que as blocagens ganharam respeito!
Antes destas, era comum ouvir falar... "minha blocagem abriu!" Tal fato era inclusive perigoso e muitos, antes deste período, trocavam o eixo para porca e parafuso com este receio. Lembro disto... 
Vale frisar esta história, pq as blocagens realmente melhoraram muito no final dos anos 80, começo dos anos 90. Talvez pelo emprego de aços de qualidade em blocagens.
Sobre os raios das bicicletas, inclusive desta, em sua maioria, com exceção dos modelos mais tops, eram zincados. 
Não tinha bicicleta que no passar do tempo, possuisse raios limpos e brilhantes. Eles ficavam velhos, sem brilho, manchados. Também possuiam menos resistência a tração e talvez a fadiga. 
Bom, finalizo este post agradecendo a colaboração do Eduardo Macedo pelo garimpo da mesa GT, ao Tchaka pelos serviços prestados de sempre, e ao André Alves pelo minuncioso trabalho de limpeza, polimento e valorização do material. André é também um grande amante das old bikes. Possui jóias raras como uma Gary Fisher e uma GT Tequesta de tirar o folego. Espero que estes exemplos sejam seguidos em favor da história que representam as bicicletas da década de 90, assim como outras olds de qualidade. Não são poucas as bicicletas deste tempo, mas cada vez mais raras de encontrar em bom estado. Todo aço, em seu tempo e uso, se aproxima do seu ciclo de vida. Quando um dono desiste de sua bicicleta, a tendência é que dela se esqueça, depreciando-a, e de uma forma não intencional, ela acabará numa recicladora de aço. Se uma bicicleta é aproveitada ao máximo, estamos a pensar de forma sustentável, dando um uso coerente a um veículo que foi a maior invenção do homem. 

Roberto Furtado