segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Riscos profundos em quadros de alumínio!!!

Passeando no fórum pedal, me deparei com um tópico sobre um pequeno dano em um quadro de aluminio. Tendo em vista que o quadro de aluminio, cabe lembrar que qualquer risco profundo é o ponto inicial para começar uma trinca. O acabamento superficial nos materiais é fundamental para promover a resistência e longevidade, embora muitos pensem ao contrário. O acabamento superficial é uma caracteristica que traz diferença a longo prazo, fazendo com que muitos pensem que não faça diferença, pois entre uma evidência e o início de uso, hão muitos dias ou km (no caso de bicicletas). Como já foi citado anteriormente, a fadiga, é um fenômeno que ocorre devido a esforços ciclicos... uma série de esforços em um mesmo ponto, geram um dano que ocorre de dentro pra fora, falando-se de massa de um material. Imaginando um bloco de aluminio que supostamente esteja preso nas pontas e que una duas estruturas que trabalham. Este bloco irá sofrer um processo progressivo e quando concluído, apresentará uma série de camadas, sugerindo que o dano esteja no centro, como uma pequena bolha de ar (apenas referência). Não é que esta bolha estivesse presente, mas é um sinal pontual do começo da fadiga, caracteristica marcante do efeito. Para evitar este dano, os fabrincantes de peças em aluminio, avaliam os esforços em teorias conhecidas, e dimensionam as massas de acordo com estes conceitos, para que desta forma não ocorra o trabalho prejudicial. O aluminio é um excelente material, porém a regra básica para ele é que não sofra qualquer tipo de deformação, muito menos cíclica. O quadro citado no tópico, deve aguentar muito bem ainda, pois aparentemente o dano não foi tão intenso. Mesmo assim, eu diria que este esta com os dias contados, dependendo do uso, e do peso do proprietário, o destino é traçado, sem alívios.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Great Divide Race

Percurso do Canadá até o México

Achei muitíssimo interessante este "evento"... Uma prova que se assemelha a um AUDAX, que aqui conhecemos. A travessia se inicia no Canadá e chega até a fronteira do México. A foto do link abaixo é a tradução do que é viajar por entre belas paisagens, é de faltar o ar!

http://greatdividerace.blogspot.com/

Roberto Furtado

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Nostalgia em bikes speed ou superioridade em qualidade?

Quando era adolescente, vivi a época que considerei a melhor "era" das speed. Bikes de cromoly, trocadores fixos no quadro (era o começo da indexagem de qualidade), cubos com cassete de 7 ou 8 velocidades. Olhava alguns modelos e ficava deslumbrado, como algumas trek, specialized, e marcas européias (Bernardi, Pinarello, dentre outras lindas e velozes). As vezes acho que a sociedade fez mudança nas bicicletas, com seus conceitos destrutivos e incoerentes. Hoje vivemos em meio a lixos de alumino e plástico, bikes e componentes que não tem durabilidade. Não como os antigos grupos, que mesmos sendo básicos, possuiam grande qualidade. A exemplo do grupo exage em speed, que é comum ver estes rodando com a maior serenidade do mundo, como se fossem feitos ontem... peças com 10-15 anos, melhor e mais duráveis que alguns grupos atuais, como shimano sora outros também da shimano. Notável que naquele tempo, a maioria das peças eram japonesas, e hoje são coreanas, chinesas, e coisas do gênero, onde a mão de obra infantil é pesada. Não adentro neste assunto para não parecer pessimista, mas lugar de criança é andando de bicicleta, e não fazendo produtos para o mundo capitalista ocidental. Não sou comunista ou simpatizante de semelhantes posições, muito menos político, apenas acho o crime dos crimes colocar uma criança no trabalho como fazem os chineses e outros países. Me considero livre de preconceitos, portanto não pense algo a meu respeito, sem me dar chance de responder. O assunto se desvia, e geraria uma séria de confusões. Apenas faço citação ao trabalho das crianças... nada mais.
Voltando ao assunto, consegui com dificuldade, encontrar dois jogos de cambio Exage, da shimano. Os grupos estavam em bikes speed abandonadas pelos proprietários, hoje, desinteressados. A aquisição teve baixo custo, pois precisei comprar as bikes inteiras (embora hovessem peças danificadas). As coroas, fabricadas em aço inox, estavam perfeitas, talvez pela baixa km das bicicletas, mas acredito na qualidade das mesmas. Não tenho dúvidas que o peso dseja maior, mas a durabilidade deve superar em 5 ou 6 vezes uma coroa de aluminio da atualidade.
Fica o registro desta aquisição... assim que eu conseguir montar uma bike reformada, vou aplicar estas peças, e veremos o desempenho da mesma.

Roberto Furtado

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Tempo de "Cicloturismo" - parte 1

Cicloturistas na paisagem
Sim, tempo quente no RS, no Uruguai, Argentina e outras localidades sul americanas. Bikers moradores dos locais mais frios da America do Sul esperavam por uma estação que viabilizava o cicloturismo. A garantia de um tempo quente, permite o biker sair sem rumo e sem preocupação, bastando uma pequena barraca. Parando em qualquer lugar (cuidado com a segurança), uma barraquinha garante uma noite de sono confortável e de baixíssimo custo. A previsão do tempo é uma aliada contra surpresas chuvosas, hoje em dia, nem tão confiável devido aos sucessivos erros da previsão do tempo, mas... enfim, sem arriscar, sem história pra contar. Escolha um cenário como este da foto, tirada da net do Oregon... use a imaginação. Os gaúchos, meus irmãos, não sabem quanto é lindo o litoral sul do RS. Aproveitemos as belezas naturais!
Roberto Furtado

sábado, 3 de janeiro de 2009

Assunto do Trensurb que interessa aos ciclistas...

Trensurb facilitado para ciclistas e cadeirantes
A partir de 5 de janeiro de 2009, deve circular o primeiro trem modificado externa e internamente, para proporcionar melhorias aos usuários, com destaque para ciclistas e cadeirantes. O trem numero 103 foi retirado temporariamente de circulação para receber as mudanças que serão implantadas ao longo do ano nas outras unidades do sitema de transportes. A Trensurb conta atualmente com 25 trens. O ministro das cidades Márcio Fortes, é aguardado para viagem inaugural do remodelado equipamento.
Entre as principais alterações está a mudança e reposicionamento dos bancos de passageiros que ficarão instalados paralelamente ás paredes dos vagões (não mais de forma perpendicular), para facilitar o acesso de passageiros. Serão instalados equipamentos para transportar até cinco bicicletas e a liberação de espaço para dois cadeirantes em dois dos quatro carros (primeiro e ultimo) que compõem cada trem. As mudanças incluem e recomposição de pintura do piso e a adesivagem interna e externa de cada unidade. Segundo o diretor presidente da Trensurb, Marco Arlindo Cunha, a expectativa é de que até o final de 2009 pelo menos a metade da frota seja alterada. Os ciclistas poderão transportar as bicicletas das 9 hs as 16hs.
Abs,

Carlos Polesello C O L A B O R A D O R
Fonte: Correio do Povo edição de 27/12/2008

Transportando algumas bikes...

Reboque para carregar várias bicicletas
Isto é que é transportar as bikes da família... rsrsrsrs
Parece que reboque foi feito especialmente para o transporte de bicicletas. Fiquei na dúvida quanto a largura do reboque, pq no Brasil a regulamentação não permite que o reboque tenha largura superior a largura do veículo que o puxará. A imagem é um tanto curiosa... no mímino valorizam a bicicleta e atividades relacionadas.
Roberto Furtado