quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Contra a violência, pq assim a bicicleta não consegue existir!


Penso e repenso... aqui nesta caminhada do blog, os que acompanham podem confirmar. Muito do que se fala aqui é sobre bicicleta, mas muito tem relação com sustentabilidade, razão, disciplina no sentido correto de ser... sem aquela pregação, obrigatoriedade impetuosa. A liberdade é sinônima de bicicleta, mas estas são dependentes de outras questões. As empresas verdes, tentam ser verdes, sabendo justamente que algum mal causam... desmatam árvores, replantam eucaliptus ou outras árvores não nativas, pensando que estão fazendo grande coisa. Entendo isto como uma tentativa frustrada de reparar algo que é irreparável. Nenhum lugar do mundo pode ser recuperável, nada será como foi um dia. E por outro lado, sabemos que precisamos de parte deste progresso. Como poderiam as empresas minimizar impactos sem que deixassem de ganhar? E esta errado que as grandes empresas ganhem? Não... errado é vadiar, jogar fora o suor alheio, achar que todo mundo deve ter e ganhar a mesma coisa. As formas "comunistas" de pensar e ser, servem apenas na teoria, mas acabo de cometer um erro. Pq eu jamais deveria ter entrado ou citado questões políticas e econômicas. Talvez esteja errando novamente, mas acredito que alguémn deva ganahr muito, para que respingue um pouquinho em mim. Suficiente para eu viver bem, sobre a bicicleta, com máquina fotográfica na mão, eternizando provas de Audax, Maratonas, DHs, etc. E como deveríamos agir para promover siustentabilidade, alguma igualdade, e o bem geral? O atual sistema, garante que isto é impossível... realmente não vejo ser possível sem a intervenção de algo ou alguem capaz de punir e fiscalizar. Algo muito diferente deste sistema e modelo a que somos submetidos no Brasil. O Brasil é a casa perfeita para assaltantes, batedores de carteira, sequestradores, políticos corruptos, empresas que jogam lixo direto nos rios, etc. Aqui tudo fica impune, pode ser o assassinato da Juíza, que ocorreu agora a pouco, pode ser simplesmente aquela cortada mau caráter feita pelo taxista ali adiante (profissionais de trânsito que em sua maioria tem deixado a desejar). Tem também ciclistas ignorantes, tem ciclistas mal feitores... É um País que tem de tudo, de tudo que é ruim, misturado entre coisas boas... bem apagadinhas, devido a banalização de toda violência que presenciamos bastando ligar o jornal do almoço. Alías, se Gianecchini esta doente, pouco importa para a mídia. O importante é ter assunto, falar da vida alheia, que no caso de saúde, diz respeito a intimidade do ator. O que é isto que estamos vivendo? Pára o mundo, segura o freio... "Taqueospariu!" Vamos reorganizar.
Agora se queremos ter o direito de ir e vir sobre a bike ou da maneira que julgamos melhor, devemos nos mobilizar para que surjam iniciativas de gerar o bem em terceiros. Seja gentil com o motorista, com os pedestres, com as pessoas... quem não gosta de ser respeitado? Seja gentil com o ciclista, seja correto... devolva a carteira encontrada, não roube, não engane! Quantos mandamentos será preciso criar e pregar, atribuir a um Deus, para que desta forma as pessoas entendam que violência gera violência, e que gentileza gera gentileza... O que achas disto? Não é uma proposta interessante?
Pega a tua bike, seja o melhor ser humano que tu puder ser... dê o exemplo! Somente assim a bicicleta vai conseguir sobreviver a sociedade...

Roberto Furtado

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Gary Fisher hoo koo e koo... old school! 2ª Parte

Gary Fisher do teste
Trek 850 deste post

Este post não existiria, nem mesmo em intenção até o momento que coloquei a bike no uso. Fiquei muito surpreso ao andar nesta bicicleta, com aparência tão discreta e desenho tão tradicional. A Verdade é que algumas bicicletas podem até se parecer com ela... Olhando de longe, todas são iguais. Olhando de perto, começam a aparecer as diferenças, mas ao rodar sobre ela, percebi que se tratava de algo bastante único. Durante minha história e relação com a bicicleta, tive contato direto com mais e 50 bicicletas. Umas passaram, outras ficaram um tempo, e outras ainda estão comigo, ao caso da GT Corrado. Certa vez tive uma Trek 850, e ao vender bateu um arrependimento. Vejo ela até hoje, que já esta na mão de um segundo ou terceiro dono depois de mim. A Trek 850, comprei de um Paulista, bem gente boa. Naquele momento, conheci uma qualidade da Trek que não pensei existir. O conforto ao pedalar forte, mesmo sendo um quadro de Cr-Mo. A Trek 850 é uma bike extremamente confortável, leve, ágil, responde muito bem ao uso do cicloturismo. Ao andar na Gary Fisher recem montada, percebi que ela se tratava de algo muito semelhante a Trek 850. Para minha surpresa, ambas possuem geometria semelhante, se as rodas forem utilizadas como referência, é possível ver que as medidas são próximas. Uma forma meio grosseira para afirmar isto, mas lembrando que não se consegue mais as geometrias para comparação. A leve vantagem fica com a Gary Fisher que é construída não somente em um Cr-Mo muito nobre, como também é Double Butted, que significa tubos mais finos ao longo de sua distribuição, e sendo mais resistentes nas junções soldadas (justamente para evitar a fadiga). A prova de que estes quadros são maravilhosos em termos construtivos, se afirma quando pensamos que estamos de frente a algo com 15 anos de existência... Muitos carros não existem mais com 15 anos! Para refletir...

Roberto Furtado

História de uma GT gigante... Outpost tamanho 22!

Teve um dia, acho até que contei aqui no blog... pesquisando no mercado livre, que me deparei com um quadro bastante raro. Raro em termos de tamanho! Era um GT Outpost... estava regular em conservação, a pintura podia ser desmerecida com certeza, pois estava desbotada pelo sol, sugerindo que o quadro havia tomado muito sol. Então, avisei ao Raul. Ele entrou no mercado livre, ficou a olhar as péssimas fotos que o vendedor fizera para o anúncio. Estava difícil de dizer qualquer coisa... seria uma loteria comprar sem a certeza de que se tratava de um excelente material. Resolveu arriscar, bancou o valor pedido, que agora não lembro, e esperou chegar. O quadro assusta qualquer um que veja pessoalmente... de tão grande, lembra uma outra estrutura, e não uma bicicleta. rsrsrsrsrs  Brincadeiras a parte, cada ciclista precisa da sua bike, em sua dimensão ideal. A bike era realmente 22" de centro a centro, ou seja, passa perto dos 24" de baixo ao topo. Creio que seja o maior modelo já fabricado pela GT, equivalendo as atuais no tamanho XS. Busquei na pintura para ele, foi pintada de "vermelho corre mais". Ficou bonita na cor vermelha, semelhante as originais da época. Ontem, ele levou o quadro gigante no Tchaka, e agora aguardamos ansiosos para vê-la montada. A bike doadora de peças é uma Haro, também de cromoly. Raul tinha desejo por ter uma GT, especialmente que fosse do tamanho certo para ele. Agora, resta saber se a bike vai convencer, e se vermelho realmente faz correr mais. Crente de que sim, penso que esta será uma das bikes preferidas de Raul, que já é proprietário de uma TREK 800 e uma TREK 850, ambas, excelentes. Este post é a preparação para este novo projeto... roda pra frente, pq na sexta a bike deve estar pronta.

Roberto Furtado

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Trike Asylum

Uma bela foto... boas idéias. Aqui no Brasil penso ser "impossível" transitar pelas estradas com um trike como este. Infelizmente, o Brasilzão tem estas e outras questões lamentáveis que levam sempre ao mesmo lugar, a limitação dos sonhos de pessoas simples como nós (ciclistas). E não seria idealismo demais querer subir num veículo destes, sem rumo definido, sendo regido apenas pelo sol, sede, fome, sono... refletindo e aproveitando a vida de forma verdadeira, seria? Estas entre outras coisas sinto falta. Me lembro quando vou pescar, de ficar na barraca pequena, ao lado de um rio, na natureza selvagem... momento divino.
Roda pra frente, pq sonhar é preciso, mas trabalhar também! Vou dar uma estudada no assunto trike, estou conversando com um amigo sobre isto. Podem surgir novas idéias!

Roberto Furtado

A GT Outpost com pequenas alterações...

Guidão e mesa de aço/cr-mo com acabamento niquelado!

Trocadores shimano rapid fire - eficiência

Um pouquinho de arte...

Conjunto bem eficiente para uso urbano

Conjunto de guidão não prejudica cestinho!
A GT Outpost recebe algumas poucas substituições. Ficando estas atribuidas ao conforto, e a pequena e gradual melhoria do meu ombro. Consegui colocar peças bem de acordo com a década de 90, com aquele acabamento niquelado para guidão e mesa, e trocadores simples de 21 velocidades da década de 90. Acredito que os trocadores sejam de um modelo Altus, comum em 1995/1996, sem indicadores de marchas, porém de acionamento por baixo. Bem bonitos, bem do estilo que gosto. Os pneus  novos , modelo Kenda Kwest 1.5 x 26 para até 100 PSI, receberam fita antifuro.
Com estas alterações, experimentei e percebi que a bicicleta ficou mais ágil em retas e curvas em baixa velocidade. Perdeu um pouco do amortecimento nas mãos em relação ao guidão anterior, mas nada que seja preocupante e minimizado pelo quadro e garfo de Cr-Mo. Acabei por perceber que ela se tornara a minha bike preferida para ir aos correios, supermercado, padaria, dentre outras tarefas, e o risco fica por conta da estética. Em todo lugar é preciso estar cuidando para colocar corrente que prenda o quadro e rodas a um local firme. Afinal, ladrão tem por tudo... independente do tamanho da cidade. Todo cuidado é pouco!

Roberto Furtado

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Domingo teve Maratona de MTB em São Marcos...






Neste Domingo, dia 14 de Agosto, aconteceu mais uma prova da Federação Gaúcha de Ciclismo. O evento realizado em "São Marcos" foi literalmente regado a chuva por São Pedro! Brincadeiras a parte, mas foi difícil de pedalar, fotografar e ajudar no evento... quem esteve pode confirmar. Participações de ciclistas de Ponta, como a Ilustre menina de ouro do RS, Luana Machado. O pai de Luana, Srº Ricardo Machado, é também ciclista e marcou pódio em sua categoria. Presente para o dia dos Pais, pai e filha juntos, em algo tão nobre como o ciclismo. Muito bom! No mínimo inspirador...
Devido a chuva, tive um pequeno problema técnico, o que impediu a sequência de fotos, mesmo assim, até o dado momento fiz cerca de 80 imagens de boa qualidade, apesar do tempo e a luz não serem propícios para fotografia. Muitas vezes usei flash, e é possível ver até mesmo as gotas da chuva nas imagens, efeito curioso. Veja as imagens do evento aqui: MTB em São Marcos
A chuva não deu trégua nem para a premiação! O evento terminou cedo, e quem pode, correu para a casa do papai para consagrar o dia dos Pais. Quem tem pai, feliz é... quem tem apenas a lembrança, fica com saudade, mas nunca se esqueça que o pai sempre estará no coração do filho amado. Felizmente tenho o meu, mas tento entender a falta que este faria, assim como passam alguns amigos. Como apoio, fic esta mensagem de carinho... o Bikes do Andarilho é feito por "gente", escreve sobre gente, e é amigo de toda gente! Dia dos Pais, é todo dia! Assim como dia do amigo, dia dos namorados, etc Todo mundo merece um carinho, a qualquer hora!
Um abraço

Roberto Furtado