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sábado, 18 de abril de 2015

Click'r Shimano SM-SH56, compatível? E o SM-SH51? O que foi isto?

Shimano.com
Engajado neste novo projeto moderno, me deparei com algumas questões... Estava inclinado a instalar pedais Crank Brothers nesta nova bicicleta, pois sempre tive intenção de testar e avaliar estes, mas me lembrei que na bicicleta atual já tenho pedais da shimano 520, que utilizam taco de sapatilha SM-SH51. Então, O Ricardo Machado da Adventure Bike Shop, me recomendou a utilização destes novos pedais da shimano... O pedal da shimano é o PD-T400, cujo centro do pedal lembra muito os  modelos da shimano M520 e M505, porém esta nova versão possui um novo conceito de suporte em torno do pedal. E de acordo com a Shimano, este sistema facilita o encaixe pq foi desenvolvido para ser dinâmico e uma boa opção de uso urbano. Estou pesquisando sobre estas questões e achei alguns comentários estranhos a respeito do encaixe. Não exatamente sobre o modelo do pedal, mas sobre o tipo de taco que acompanha este modelo... o tal taco é o SM-SH56. Esta nova versão de modelo de taco de clipless é desenvolvida para uso urbano, de acordo com o que descobri. Vi várias questões sobre isto... inclusive em fórum de discussões estrangeiros. Como não confio muito em coisas que lemos em internet, e não conheci ninguém que esteja usando este modelo, resolvi colocar um prática esta avaliação. Então aproveitando esta bike nova... vou aplicar este modelo e ver o que isto deve nos mostrar. Em princípio, tudo que vi e li até agora, fala-se de compatibilidade entre tacos SM-SH51 ou SM-SH56, mas vi que para o PD-T400, deve-se usar, preferencialmente, o modelo 56. Agora, fica a dúvida se não deve haver alteração de modelo por uma questão de precaução do usuário do pedal PD-T400, pq este modelo é desenvolvido para ciclistas mais urbanos, ou se há realmente alguma contra indicação. Então, vou estudar mais um pouco a respeito, e desta forma passo a vcs assim que compreender melhor estas questões todas. Aguarda um pouquinho aí que isto é um teste bem sério e que envolve segurança...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Gopro Hero 3 White edition... apresentação e considerações!

gopro.com
            No ano passado testei a câmera de ação HDR-AS15. Era o modelo da Sony, a resposta da marca para competir com a Gopro. A Gopro é... sem dúvidas a câmera mais comprada e utilizada pelos esportistas e aventureiros. Notável a qualidade para o fim... A Sony e a Gopro estão apresentando, ao meu ver, grandes adjetivos uma sobre a outra, fato que me impede escolher uma como melhor que a outra. Contudo, posso destacar as diferenças e qualidades delas... e afirmo que em qualquer dos casos, o proprietário estará bem atendido. A Sony tem qualidade de imagem, levemente melhor, cores mais vivas e menor custo. Por outro lado, a Gopro tem suportes mais abundantes no mercado... sejam originais ou do paralelo. E aliás, recomendo apenas os originais, pq todos que vi até agora eram de grande qualidade. Um suporte do paralelo não me agradou muito no acabamento e, tive receio que a qualidade não se justificasse a longo prazo. Suporte é algo que deve ficar preso e seguro... se cair o brinquedinho no chão, sabe lá o que pode acontecer. O preço da Gopro Hero 3 White Edition esta girando em 980 e 1200 reais. Contra os 800 reais, aproximados, da sucessora AS15, modelo HDR-AS20, da Sony. A versão anterior, AS15, da Sony, não possuía acesso as funções quando a cam estava dentro do case dágua. Necessitando abrir se vc quisesse passar de video para foto. Na Gopro este problema não existe, e na AS20 a Sony já resolveu o "problema". Posso garantir que ambas são muito boas e funcionais, sendo que se o problema não for o valor, a Gopro ganha em recursos de fixação e praticidade. A Sony não tem qualquer ajuste de angulação no suporte que acompanha a câmera na versão da embalagem original. A Gopro leva vantagem neste quesito! Quem puder, nem fica em versões simples como Gopro Hero 3, e vai logo para Hero 4, pois há recursos interessantes como gravação de video em modos com mais frames por segundo, mesmo em 1920 x 1080 px, ou mesmo a opção 4K. As imagens fotográficas melhoram muito em modelos superiores, sempre! Neste caso não seria diferente e, até mesmo o ruído diminui em condições de baixa luminosidade. O fato é que uma Hero 4 custa 2500 reais... se fores utilizar algum recurso para reduzir a qualidade, me parece mais interessante comprar duas Hero 3, mesmo que white edition. Seria uma boa forma de ter uma segunda opção de ângulo de gravação, simultânea para uma edição mais aprimorada. Não esqueça que em videos de esportes (ex: no youtube), não faz tanta diferença ter qualidade de imagem como no cinema. Se o video é bom... mesmo a baixa qualidade prende o espectador e garante a diversão. É sempre aquela questão de fazer com o que se têm, ou então procurar fazer do jeito que precisa... e aí entra o orçamento. Orçamento que deve melhorar, pois a Gopro vai ser fabricada no Brasil em 2015, tornando-se mais competitiva em relação as opções de outros fabricantes. Não posso esquecer de salientar que câmeras de ação funcionam bem em condições de muita luz... e em grande parte dos casos, os videos promocionais são realizados sobre água ou neve, meios que potencializam o efeito da luz ambiente. 
Farei testes com a Gopro Hero 3 White Edition e informarei ao amigo leitor... fique ligado! ;)

As especificações do modelo da Gopro vc encontra em: Gopro Brasil Hero 3 White Edition

Agradecimentos a Bike Village por disponibilizar a unidade do teste. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Bicicleta velha "nova" pra ser motivado...


Motivação... eis a palavra que mais circula na minha cabeça. Acordo todo dia buscando motivação para tocar a vida, pois embora seja feliz, mostra-se o cotidiano muito contra alguns aspectos que julgo essenciais para plenitude de felicidade. De qualquer forma é até uma injustiça... tenho tudo e todos! Basta!
Contudo, da vida a gente sempre quer mais... caso contrário seria apenas casa-trabalho-casa. Outro dia encontrei a bicicleta que poderia ser meu sonho de consumo, postagem anterior indica o que descrevo aqui. Ela era o mais próximo da possível perfeição em conservação para uma bicicleta com quase 20 anos. Foi então que por motivos financeiros sabia que não podia ficar com ela... comprei para a pauta, não para ficar. Não estou em momento para aquisições. Como sou um eterno garimpeiro da década de 90, segui até um destino... rodei uns 250 km entre ida e retorno e trouxe para casa uma bicicleta. Pela logo marca que aparece acima da blocagem, dá pra saber o fabricante... quem não conhece, já informo que é Giant. 
A bicicleta estava bem sofridinha... embora fosse desde nova de um único dono. Empoeirada, entristecida pelo tempo... algumas peças só trocando! Mesmo assim, topei... "quero!" Levei pra casa e desmontei tudo... tudo! Tchaka deu o golpe de misericórdia quando conseguiu retirar o movimento central emperrado. Canote esta também selado... mas no fim, tudo saiu. Ganhou uma química e a pintura até que ficou bonita se desconsiderar alguns arranhões.  Troquei algumas peças que vou apresentar aos poucos... O cambio dianteiro é original dela, mas o pedevela (deore lx) não... mesma negativa para os cubos. Na foto ao alto, já deixei escapar que instalei um bagageiro... de ferro, pois vou carregar peso sempre que precisar.
É bom quando chega um "brinquedo novo", pois nos traz motivação. O que me faz feliz é o material... frame bem leve. O cr-mo de uma espada no formato de uma bicicleta. Roda pra frente...

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Chris Cycles reconstruída para cidade!





Esta semana falamos do sucesso e teste urbano do Shimano Nexus, então agora vou aproveitar e apresentar a bicicleta que recebeu o conjunto. Pra ser franco eu nem conhecia esta bicicleta, mas quando me deparei com ela vi que se tratava de uma bicicleta de boa qualidade e uma ótima opção para nosso teste urbano. Originalmente, deveria ser uma boa MTB simples dos anos 90, possivelmente 92-94. Contudo, nosso projeto passou pela frente dela como parte do destino. O grande atributo? Estamos falando de uma bicicleta de aço, talvez Cr-Mo com adjetivos interessantes. Primeiramente não dá pra esquecer a espessura do quadro na região dos eixos de roda. É um material resistente, praticamente indeformável. Possui também esperas para bagageiro e guidão, algo que não dispenso como itens necessários a uma boa bicicleta de mobilidade. Por fim, talvez de maior relevância que as questões anteriores, o sistema de fixação de roda traseira é horizontal! Com sistema horizontal, como nas bicicletas italianas tipo road, qualquer sistema pode ser usado, inclusive o Nexus sem uso de tensionadores. O resultado é este aí... uma bicicleta de baixíssimo custo, algo em terno de 700 reais, e de muita qualidade. O Nexus inter 3 com sistema de freio contrapedal custou 350 reais. Nesta proposta de valor o comerciante nos deu nota fiscal, como manda o figurino! As demais peças foram herdadas de outros projetos, reaproveitamentos, ou compramos para finalizar o projeto. De aquisição que não deu pra aproveitar ou que não se tinha em estoque, foram os dois conjuntos de raios inox, aro dianteiro, e corrente. O kit Nexus que compramos, não tinha pedevela, mas usamos um retirado de uma Viking X, fixa que fizemos teste também. O custo total foi de uns 1000 reais, mas conseguimos abater o valor das peças que não utilizamos. Quem encara o caminho da reconstrução precisa fazer isto... aproveitar peças não utilizadas em projetos que servirão perfeitamente. 
As impressões sobre a bicicleta foram ótimas... conforto facilmente encontrado em bicicletas de aço e de Cr-Mo, confiabilidade e segurança. As trocas de marchas são excelentes, assim foi também o quesito monobrabilidade nas ruas de Porto Alegre.