Mostrando postagens com marcador teste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador teste. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Giant ATX - projeto moderno!

Dani Freitas e eu (Andarilho), com o quadro da abordagem em mãos, 2015.
            Depois de trocar umas boas ideias com o Dani Freitas, consultor de vendas da loja Dudu Bike, escolhemos um modelo para eu avaliar aqui no Bikes do Andarilho. A proposta é montar uma MTB de rodas 26", objetivando a abordagem desta questão de rodas "ultrapassadas" em relação aos modelos de 27,5" e 29".  Uma segunda abordagem vai ser comparar esta bicicleta com a outra Giant que possuo... aquela velha Giant ATX, dos anos 90. Usaremos peças modernas, novas, e logo mais, nas próximas abordagens, falarei destas peças. 
O quadro na cor preta, acabamento fosco, foi escolhido desta forma pq há outros projetos pela frente, e tenho próprias preferências que combino com segurança. Uma bicicleta simples com pintura bonita, parece uma bicicleta melhor... uma bike de melhor qualidade, com pintura discreta, parece uma bike mais simples. A ideia é chamar menos atenção por onde passar, pois com esta vou finalmente realizar um sonho antigo, projeto de roteiro de cicloturismo que há tempos desejo colocar em prática. 
Este modelo de MTB da Giant é o mais simples da marca... não é tão popular com outras que vemos por aí, mas se justifica pelos acabamentos e tradição da marca. Aliás, depois que eu comecei a andar de Giant Sedona ATX 90's, entendi algumas coisas que ouvia de proprietários felizes. Espero que esta bike me passe o mesmo, em impressões, que sua antecessora de 20 anos atrás... 
Por hora, agradeço ao Daniel da Dudu Bike Shop pela ajuda nesta escolha. Decisão que não é fácil e deve ser muito bem pensada... bike bem escolhida é sinônimo de alegria. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Um projeto moderno... pra variar!

         Com oportunidade de gerar um novo tópico, não poderia deixar de abordar coisas relacionadas que julgo importantes...          
Recentemente fui questionado sobre um motivo por não realizar montagens modernas e abordagens específicas sobre produtos atuais. Na verdade a gente faz isto aqui... nem tanto como se gostaria, mas falta mesmo é o investidor acreditar neste mercado e nestes profissionais críticos que realizam testes e abordagens técnicas. Também é fato que não há muitos destes capazes de surpreender o mercado... os testes atuais são fraquinhos, mesmo lá fora, não há aprofundamento técnico. Quando há, não há outra coisa... vc pode perceber que ou falta uma boa coleção de imagens, ou falta conhecimento, ou uma boa metodologia sobre a abordagem. Não há e repito, não há uma canal no Brasil que demonstre um teste que me satisfaça. E isto é evidenciado por falta de conhecimento por parte de quem poderia oferecer este trabalho e, falta de investimento da indústria e dos importadores neste mercado. Agora pergunto... o que movimenta o mercado? Não são as publicidades, testes e outras abordagens que valorizam o produto? Pq pouco se investe em testes, pq os profissionais deste meio não encontram uma estável gama de oportunidades para trabalhar em cima de produtos? Saiba que no Brasil temos mais de duas centenas de modelos de bicicletas de qualidade no mercado... se fizéssemos um teste a cada dois dias não seria possível falar de todos. Note que o mercado pensa pequeno... ou não disponibiliza de recursos para divulgar o produto? Esta é uma resposta que busco até hoje... Bem, vamos ao que interessa!

Projeto atual

          Estou, junto com alguns poucos amigos lojistas "loucos", batalhando para reduzir preços de peças e componentes para montarmos uma bike de testes atual. Este projeto vai fazer parte de várias abordagens. De questões relevantes ao cicloturismo, pneus, rodas, peso, confiabilidade, etc.
A ideia é mostrar que dá pra montar uma bicicleta como se gosta... com qualidade e que atenda necessidades do cotidiano, também que possa ser usada para viajar, para divertir-se, para ser o cavalo de metal que leve para todo lugar. O projeto será atual... freio a disco, inicialmente e preferencialmente mecânico, por motivos que explicaremos mais pra frente. Rodas grandes, afinal, ninguém vai competir com ela... o negócio é ultrapassar obstáculos como areia fofa, barro, estrada com pedregulhos, etc. Moderno por estas características... com freio a disco, quadro de alumínio, peças tecnológicas, geometria mais moderna, etc Confesso que isto não me traz um conforto psicológico, mas vai trazer novas oportunidades ao leitor ao sistema. A gente fez testes legais aqui... alguns com perfil de abordagem crítica. Alguma coisa se fez para a Revista Bicicleta. Agora vamos ver se a coisa decola... falta pouco. Logo mais começo apresentando alguns materiais. Aguenta só um pouquinho aí... prometo que vc vai gostar. Roda pra frente...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Gopro Hero 3 White edition... apresentação e considerações!

gopro.com
            No ano passado testei a câmera de ação HDR-AS15. Era o modelo da Sony, a resposta da marca para competir com a Gopro. A Gopro é... sem dúvidas a câmera mais comprada e utilizada pelos esportistas e aventureiros. Notável a qualidade para o fim... A Sony e a Gopro estão apresentando, ao meu ver, grandes adjetivos uma sobre a outra, fato que me impede escolher uma como melhor que a outra. Contudo, posso destacar as diferenças e qualidades delas... e afirmo que em qualquer dos casos, o proprietário estará bem atendido. A Sony tem qualidade de imagem, levemente melhor, cores mais vivas e menor custo. Por outro lado, a Gopro tem suportes mais abundantes no mercado... sejam originais ou do paralelo. E aliás, recomendo apenas os originais, pq todos que vi até agora eram de grande qualidade. Um suporte do paralelo não me agradou muito no acabamento e, tive receio que a qualidade não se justificasse a longo prazo. Suporte é algo que deve ficar preso e seguro... se cair o brinquedinho no chão, sabe lá o que pode acontecer. O preço da Gopro Hero 3 White Edition esta girando em 980 e 1200 reais. Contra os 800 reais, aproximados, da sucessora AS15, modelo HDR-AS20, da Sony. A versão anterior, AS15, da Sony, não possuía acesso as funções quando a cam estava dentro do case dágua. Necessitando abrir se vc quisesse passar de video para foto. Na Gopro este problema não existe, e na AS20 a Sony já resolveu o "problema". Posso garantir que ambas são muito boas e funcionais, sendo que se o problema não for o valor, a Gopro ganha em recursos de fixação e praticidade. A Sony não tem qualquer ajuste de angulação no suporte que acompanha a câmera na versão da embalagem original. A Gopro leva vantagem neste quesito! Quem puder, nem fica em versões simples como Gopro Hero 3, e vai logo para Hero 4, pois há recursos interessantes como gravação de video em modos com mais frames por segundo, mesmo em 1920 x 1080 px, ou mesmo a opção 4K. As imagens fotográficas melhoram muito em modelos superiores, sempre! Neste caso não seria diferente e, até mesmo o ruído diminui em condições de baixa luminosidade. O fato é que uma Hero 4 custa 2500 reais... se fores utilizar algum recurso para reduzir a qualidade, me parece mais interessante comprar duas Hero 3, mesmo que white edition. Seria uma boa forma de ter uma segunda opção de ângulo de gravação, simultânea para uma edição mais aprimorada. Não esqueça que em videos de esportes (ex: no youtube), não faz tanta diferença ter qualidade de imagem como no cinema. Se o video é bom... mesmo a baixa qualidade prende o espectador e garante a diversão. É sempre aquela questão de fazer com o que se têm, ou então procurar fazer do jeito que precisa... e aí entra o orçamento. Orçamento que deve melhorar, pois a Gopro vai ser fabricada no Brasil em 2015, tornando-se mais competitiva em relação as opções de outros fabricantes. Não posso esquecer de salientar que câmeras de ação funcionam bem em condições de muita luz... e em grande parte dos casos, os videos promocionais são realizados sobre água ou neve, meios que potencializam o efeito da luz ambiente. 
Farei testes com a Gopro Hero 3 White Edition e informarei ao amigo leitor... fique ligado! ;)

As especificações do modelo da Gopro vc encontra em: Gopro Brasil Hero 3 White Edition

Agradecimentos a Bike Village por disponibilizar a unidade do teste. 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Teste - na avaliação de pedais Wellgo K20427


Um assunto bastante esquecido pelos veículos de comunicação, pouco comentado em listas de discussões. Muitos pensariam que não há muito para falar sobre os pedais e que eles podem ser classificados apenas como tradicionais ou clipless. 
Alguns ciclistas usam apenas tradicionais, enquanto outros não abrem mão dos calçados específicos para pedais de encaixe. Escolhas são escolhas, cada ciclista vai ter uma em decorrência de uso e experiências. As vezes o ciclista é da mobilidade urbana, precisa estar no trabalho com um calçado que não seja tão esportivo e tão pouco confortável para caminhar. Quem utiliza sapatilhas e calçados especiais para clipagem reconhece que o solado geralmente é muito duro para passar horas de pé, ou caminhando de lá para cá. Em muitos casos, sapatilhas em piso frio de interior acabam se comportando de forma pouco estável. Nos casos especiais, podemos lembrar que algumas sapatilhas possuem um desenho que permite o taco encostar diretamente no chão. O taco geralmente é de aço ou de plástico, dependendo do modelo e da finalidade, ambos são extremamente escorregadios nos pisos de pedra polida, sem falar no desconforto pela rigidez do solado. 
Refletindo sobre isto e aproveitando um novo projeto de reconstrução de bicicletas, apostamos em uma opção que não fosse de clipless. Ninguém fala sobre pedais comuns, falam apenas em pedais caros, então criamos esta oportunidade. Procuramos em algumas lojas e confesso que não foi fácil encontrar muitas opções de pedais simples e de qualidade. Comum é encontrar pedais rudimentares, cuja a face de contato do eixo geralmente não apresenta a borda de estabilidade de aperto que aparece ao fim da rosca. Esta base, embora muitos insistam em dizer que é desnecessária, têm dupla finalidade. Para quem não consegue compreender de que parte do pedal estamos a falar, detalhamos. O eixo do pedal é como um parafuso, possui rosca. Esta rosca, ao chegar no final, encontra uma face perpendicular a linha do eixo do pedal. Esta face, nos pedais simples, geralmente é alterada em decorrência de um aproveitamento de materiais e metodologia de fabricação. Nos pedais de melhor qualidade, esta finalização de rosca se apresenta com a aparência de uma arruela fusionada ao eixo. Uma das finalidades deste sistema é garantir o aperto e aumentar a estabilidade do eixo sobre o pedevela (pé-de-vela). A outra vantagem deste conceito de terminação é proteger o pedevela de apertos e retiradas do pedal. Podes ver que nos pedevelas onde foram aplicados pedais simples, ocorreu a remoção do material mais macio (alumínio), que não chega a prejudicar a longevidade do material, mas deixa-o com uma aparência ruim no local, depreciando o estado do mesmo.
Muitos ciclistas não estão ligados nestas questões, mas nós escrevemos para todos os públicos, então abordamos as questões que podem interessar do mais detalhista e, também aos que se interessam por alguma "firula" sobre pedais, se assim quiserem chamar os menos preocupados com detalhes. 
Este será um teste de uso recente e de uso prolongado, pois nós acreditamos nesta proposta. Pensamos que o leitor mereça esta opção de informação, não podemos ficar restritos a uma situação de teste de curto prazo pq não condiz com a realidade de quem usa no cotidiano.  
O pedal em questão é de uma marca tradicional. Já na década de 90 havia bons pedais da marca Wellgo, e em geral, até mesmo os modelos com corpo de plástico apresentavam uma qualidade mínima. Embora os pedais de plástico remetam ao pensamento de que são ineficientes e nada duráveis, encana-se o consumidor que pensar assim. Pedais de corpo de plástico possuem também sua finalidade, além de possuírem custo reduzido. Os pedais plástico podem ser vistos como interessantes quando alguém ainda inexperiente atingir o meio da canela com os pedais. Quem nunca fez isto? Bom, a diferença entre um pedal de metal e um pedal de plástico se apresentará neste momento como em raras oportunidades. O pedal de plástico, quando toca o chão em uma curva, geralmente desliza. Dificilmente o pedal de plástico tranca como os pedais de metal. Para quem esta se acostumando com a bicicleta, ou iniciando no ciclismo, isto faz uma diferença entre cair ou se manter sobre a bicicleta. 

Marca: Wellgo
Modelo: K20427
Estrutura: corpo de alumínio, aro externo de alumínio; sinalizadores cateye.
Sistema: eixo de aço cr-mo, vedação para poeira e água (tapa pó em borracha), extremidade distal (da fixação) fechada com tampa metálica de rosca. 

Crítica: O aro externo, cuja estrutura tem finalidade formar apoio para os calçados, no modelo em questão é formado por duas peças. Geralmente, este aro externo é composto por peça única. Aqui, ele se apresenta com a interrupção que não use os dos lados (traseiro e dianteiro dos pedais). Esta diferença pode sugerir uma menor robustez nestas estruturas, pois sabe-se que uma única peça unida por 4 parafusos tende a ter maior resistência do que peças presas com apenas dois, mesmo que se pareça a mesma peça apenas dividida. Os esforços atribuídos ao conjunto são distribuídos em peças unificadas. Imagine se um dos parafusos cair (algo extremamente raro)... um peça presa por dois parafusos, ao perder um, ficará apenas com um e, certamente ocorrerá prejuízo na pedalada até que o ciclista encontre um ponto de manutenção. 
O pedal apresenta grandes qualidades pelas características físicas. Ele pode não ser o modelo escolhido para muitos, mas possui qualidade estrutural, um desenho bonito e aprimorado, facilidade de manutenção, sinalizadores em ambos os lados e, baixo peso. O corpo de alumínio polido sugere uma preocupação do fabricante em destacar a qualidade, de outra forma, poderia ter menor acabamento e ser pintado na cor preta, que esconde detalhes como rebarbas de fundição. 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sense Mini... uma elétrica prática e divertida - 2ª parte!


 O mercado de uns anos para cá cresceu muito... tanto, que a representação disto se traduziu em centenas de modelos de bicicletas vendidas em comércios especializados. Há o que chamamos de lojas especializadas em determinados segmentos, cada dia surgem mais especialmente nos grandes centros. A bicicleta foi testada pelo Rodrigo, mecânico da loja Dudu Bike, e por este que vos escreve. Utilizar o veículo é uma necessidade para a crítica. A verdade é que fiquei muito surpreso com o projeto quando em uso. Talvez, tenha até mesmo subestimado o modelo. Ao utilizar, fiquei realmente deslumbrado com a funcionalidade do sistema. Ela responde rápido, roda sem dificuldades e ao que parece serviria muito bem aos ciclistas iniciantes ou com limitações de saúde. Trata-se de um projeto que permite rodar com pouco esforço. O conjunto parece robusto para o uso cotidiano, mas para afirmar tal característica seria necessário realizar o teste de 30 dias, que estamos instituindo e é uma surpresa para o leitor dentro de breve período. 
Muitos são os "reviews" superficiais divulgados na internet, mas nós queremos mostrar o diferencial deste padrão para um teste mais complexo, como por exemplo realiza a quatro rodas com testes de 60.000 km. No teste da revista especializada em automóveis, são atribuídas avaliações do desgaste das peças após desmontagem dos veículos. Nós, queremos fazer um teste com este padrão. Seremos, certamente os primeiros e possivelmente os únicos com equipe técnica capaz de desempenhar este teste. Nos avaliadores possuem conhecimento de oficina, metalurgia, engenharia e conhecimentos específicos do segmento da bicicleta. Esta bicicleta esta na mira... nos resta aguardar uma aceitação de proposta para o teste por parte do fabricante para que possamos comprovar a qualidade deste material.
No teste prático, podemos afirmar que a bicicleta é muito fácil de utilizar, extremamente divertida. Tem respostas rápidas e se apresentou muito confiável de imediato. 
Agradecemos o empenho dos parceiros envolvidos nesta proposta de trabalho. Nossos apoiadores e a Revista Bicicleta por incansáveis esforços para que a divulgação seja eficiente e verdadeira. Nosso trabalho tem compromisso de transmitir a verdade. Queremos uma satisfação do cliente e leitor junto dos testes. 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Testando uma bicicleta dobrável...

Estou testando mais uma bicicleta para a Adventure Bike Shop. A bicicleta em questão é uma Ubike, modelinho mais simples da marca. Tive a oportunidade de pegar modelos mais aprimorados, mas faço avaliação verdadeira do que uso e critico. Sei que a bicicleta é uma opção de menor valor entre as demais deste fabricante, e por isto, certamente será a mais vendida. Estou fazendo o teste partindo dela dobrada. Ou seja, todo dia, monto novamente, e guardo dobrada ao fim do uso. A proposta é esta... ter uma bicicleta dobrável, e manter a mesma pronta para o uso, foge da finalidade. Tenho que simular como se estivesse escondida em casa, atrás de uma porta, etc. Então, dia de sol... (ontem), pega a vermelhinha, monta. Vai pra rua, realiza alguma tarefa simples... é a veracidade do teste. Já tenho muitas considerações para mostrar. Estou apenas aproveitando mais um pouquinho para dar o parecer final. Gostei bastante até o momento. Tem algum detalhe que me incomoda, mas quase toda bicicleta tem. Não dá pra dizer que todo produto atende a minha expectativa, tampouco que todas são próprias para meus interesses. Estou tentando ser imparcial, mas isto é quase impossível. Somos humanos... 
Durante este processo me vieram novas idéias, estou refletindo sobre o uso dela no trânsito. De acordo com a sensação de insegurança no trânsito da capital gaúcha, diria que é mais fácil sentir-se seguro em cima de um trator. Qualquer coisa que o condutor de um veículo automotor puder passar por cima, tira completamente o receio de conduzir o veículo junto destes "obstáculos". Estou começando a ter uma crença sobre ciclistas... primeiro, eles devem andar de armadura. Segundo, deveriam portar uma bazuca, para que o motorista ficasse com medo de provocá-lo. Humor negro a parte... mas o "troço" tá terrível nas vias. Duvída? Então vem experimentar...