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segunda-feira, 27 de abril de 2015

DH de Feliz... uma bela etapa do Campeonato Gaúcho 2015







         A manhã úmida e fria não intimidou os pilotos... e no meio da manhã vinha a confirmação de um calor praticamente de verão.  A pista estava seca e os participantes falavam muito bem da trilha. "uma pista rápida e seca... muito boa!"
Todos gostaram muito da etapa, foi um dh espetacular, com direito a saltos, um show para quem foi ver, um show para quem correu. Uma grande vantagem da pista de Feliz é que o visitante sai da estrada que corta a cidade, pega uma avenida perpendicular a estrada e trafega menos de 1 km por ela... e dá de cara com a estrutura do evento. O automóvel não trafega nem um metro em estrada de chão batido. É um convite reforçado para assistir! Fácil de chegar pra ver! Local seguro, amistoso, com o clima de sempre... de gurizada amiga. O caminhão chegava lá no topo e deixava os pilotos na beira de um barranco, facilitando a descida do veículo que levava a turma pro alto da montanha. E eles pareciam felizes... e como não estariam? No playground perfeito...
O menino Lucas fantasma meteu o terror na montanha... fez 2 minutos e 8 segundos. Seguido do vento, Zottis, que em depoimento disse ter errado no início da trilha e ficou com 2 minutos e 10 segundos. Nada mal... eles são quase mágicos! Logo ali atrás estava Pedro Kraetz, um dos irmãos que esta fazendo susto na elite, com dois minutos e treze segundos. O outro Kraetz, Leo, assombra a categoria junior... e fez praticamente o mesmo tempo da 3ª colocação da elite, com centésimos a frente. É mole? A gurizada que chega aos poucos em direção a elite profissional, esta devorando a descida. E se por acaso vc duvida disto, então deveria ir lá ver com os próprios olhos. Agora resta uma esperança de que estes garotos, fortalecidos em um grupo unido, mostrem no próximo Brasileiro de DH pq são tão especiais. Aqui e em SC, bomba o tal downhill, em ritmo acelerado, em direção a perfeição na descida, talvez além da perfeição. E fica certo de que não há limites quando meninos bons, serram os dentes e apertam os olhos como esportistas que acreditam em algo muito mais complexo do que ultrapassar obstáculos físicos na descida de uma grande montanha. Só pode ser coisa que o coração motiva e objetiva... Muito boa sorte a vcs, o universo é o limite!

sábado, 11 de abril de 2015

2ª Volta Ciclística Internacional do RS - 4ª etapa da edição 2015











              Vamos ao 4º dia e a volta internacional comece a mostrar os possíveis campeões... A etapa de hoje foi muito disputada, ocorreram várias fugas, algumas simultaneamente. A prova partiu de São Chico e rumou para a rota do sol em direção a Farroupilha. No caminho, vários dos ciclistas que ocupam as 40 primeiras colocações estiveram se revezando na ponta do pelotão e nas fugas. Em dado, a fuga estava com mais de 4 minutos de adiantamento e, ali parecia que o pelotão não alcançaria. E diz o ditado que pelotão agrupado voa mais alto... e então as fugas foram engolidas pelo pelo grupo. E uma chegada com tempos parecidos ocorreu mais uma vez. No entanto, tempo parecido não é igual, e na Volta Internacional os tempos acumulam. E ontem, o chileno Carlos Oyarzun estava em primeiro na geral, após a queda de hoje passou para oitava na geral... e o vencedor da etapa de hoje, Byron Guama, tornou-se líder da prova com diferença de 19 segundos para o segundo colocado da geral, William Chiarello. E exceto pelo lugar mais alto do pódio, os 4 lugares ficaram com brasileiros.
Amanhã os humores e esforços serão somados para recuperar o tempo perdido, nesta, que é mais que uma corrida contra o tempo final... é uma corrida contra o tempo e sorte alheios!

Fotos e texto: Roberto Furtado / Federação Gaúcha de Ciclismo

Resultados da 4ª etapa

1º Byron Guama (Equador)
2º Roberto Pinheiro (Brasil)
3º Alex D. Arseno (Brasil)
4º Armando Camargo (Brasil)
5º Renato Ruiz (Brasil)


quarta-feira, 8 de abril de 2015

2ª Volta Ciclística Internacional do RS - 1ª etapa da edição 2015






           
      A primeira etapa da volta ciclística do RS foi muito emocionante. Embora a distância percorrida fosse de 200 km, os atletas enfrentaram muito bem o trecho proposto. Os ciclistas vieram de 8 países diferentes, inclusive noruegueses e americanos, além dos irmãos da américa latina. A etapa passou por pontos importantes para o turismo e desenvolvimento do Estado, saindo de Sapiranga e finalizando em Torres. A próxima etapa é parte de Torres e finaliza em Cambará, trecho que vai integrar fortes subidas e que certamente vai dividir o pelotão. É chance grande dos escaladores da montanha... é agora! Nesta quinta feira, 08 de abril. 
Acompanhe esta história de 5 etapas... termina no domingo! Até lá teremos um grande show do esporte da bicicleta. 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Arquivo 2013 - A Alta Oficina de Kamikaze

foto: Roberto Furtado / Revista Bicicleta

foto: Roberto Furtado / Revista Bicicleta
     Todo ciclista experiente percebe que uma bicicleta tem excelente funcionalidade e desempenho quando o conjunto de peças tem alta qualidade. A qualidade dos componentes da bicicleta dará a ela atributos especiais que o ciclista saberá usar nas pistas, nas ruas, em treinos ou em competições.
O aprimoramento destes componentes exige que a reparação seja realizada por um profissional especializado. Em alguns casos, a substituição de parte de um componente ocorre como única alternativa. É comum, devido à especificidade dos materiais de competição e alto padrão, não existir estoque de peças ou partes de componentes à pronta entrega. Também pode acontecer um desgaste no local de origem que não permita a adaptação perfeita no processo de troca das peças. Além disso, alguns competidores gostam de adaptar as peças às suas necessidades: isto é conhecido pelo nome de customização.
Este serviço especializado ainda é raro no Brasil. Poucos profissionais se destacam por serem bons mecânicos, especialistas em determinados serviços. Podemos afirmar que bons mecânicos são uma raridade! E com a grande tecnologia em bikes e peças, a reparação especializada torna-se uma necessidade. De forma alguma seria possível obter o sucesso em reparação “engembrando” peças em um equipamento de altíssimo desempenho. Um nome muito comentado entre os participantes do downhill é do mecânico de bikes Juliano Spolidoro Milesi, de Porto Alegre - RS, conhecido pela maioria dos atletas com o apelido de Kamikaze, ou simplesmente, Kamika. Juliano se destaca porque é um destes profissionais da alta oficina, também atleta das provas de downhill. Em 2011, como competidor da categoria Master A1, ficou em segundo lugar no Campeonato Gaúcho de Downhill. Kamikaze diz que recebe diversos pedidos de reparação vindos de todo Brasil, não somente para bikes de downhill, mas também em segmentos de bicicletas reclinadas, garfos amortecidos e shocks de bikes full para all mountain e XC de alto nível e valor, ou ainda em projetos especiais (protótipos).

Carlos Wagner Horn (Tchaka) diz que necessita dos serviços da alta oficina por causa das limitações da assistência técnica de algumas peças. “Na condição de preparador de bikes de muitos atletas de downhill, algumas vezes encaminho peças de clientes para a assistência, mas mesmo as grandes marcas como Fox, Rock Shox, Cane Creek e Marzocchi tem seus limites na reparação: às vezes o trabalho não pode ser feito, outras vezes fica muito caro... Então, o componente é considerado “sem conserto” e, neste caso, o serviço do Juliano é a única alternativa. Parte dos trabalhos que tenho necessitam do trabalho da oficina especializada”.
A Revista Bicicleta foi recebida por Juliano em sua oficina, que fez questão de mostrar a execução de alguns serviços especiais, utilizando materiais aprimorados para realizar a manutenção das bicicletas. Ele exibiu com orgulho o ferramental específico e o torno de revolução com o qual fabrica as buchas, eixos e parafusos especiais em materiais como Cr-Mo, alumínio, titânio, bronze e polímeros de última geração.
Na manhã em que o visitamos, Juliano confeccionou um jogo de eixos e buchas para um shock traseiro de uma full suspension para downhill. A tarefa exigia muito cuidado, pois as buchas possuíam anéis de vedação que garantiriam a permanência da lubrificação e a longevidade do serviço prestado. 
Um fato curioso é a inexistência ou dificuldade de encontrar certas ferramentas para extrair determinadas peças. Como não encontra tais ferramentas, Kamika resolveu produzi-las: extratores para retirar buchas de assentamento, rolamentos, dentre outras preciosidades da engenharia moderna em bicicletas. Como ele mesmo afirmou: “as peças devem ser removidas com extratores; nada de bater em peças para retirar. Peças que saem com pancada podem ser danificadas ou danificar o local em que são aplicadas”, mostrando a necessidade do aprimoramento da oficina especializada no Brasil, na qual ele é pioneiro. 
Clientes como Shanderlei Selva atestam o cuidado e profissionalismo com que Juliano trabalha: “o serviço do Kamikaze é de primeira e por um valor justo. Já consertei inúmeros componentes tidos como condenados. Ele já recuperou suspas, freios, um cubo e várias vezes fez buchas de balanças da suspensão traseira. Este tipo de serviço acaba sendo uma alternativa essencial para quem pratica esportes que torturam os componentes e a própria bike”.
Uma lista de espera chama a atenção na oficina: bicicletas, suspas, componentes aguardando a vez para serem consertados. Por vezes, uma longa espera, mas ainda muito interessante economicamente, já que estamos falando em perder ou recuperar peças de altíssimo valor. “Algumas bicicletas passam de 30 mil reais”, explica.
Juliano também atua em outro segmento da indústria metal-mecânica, não relacionado à bicicleta, mas fortemente ligada à reparação de maquinário industrial. A junção das duas paixões tem feito dele um grande profissional da alta oficina da bicicleta. “O fato dele possuir conhecimentos específicos da indústria metal-mecânica, de tornearia, fresagem e outros, faz dele um cara apto a reparar estas peças com segurança. Se ele disser que não dá para arrumar é porque não dá mesmo”, finaliza Tchaka.

Texto: Roberto Furtado / Revista Bicicleta

terça-feira, 31 de março de 2015

Flagrante do Andarilho... Ciclovias - quem pode usar?

Foto: Roberto Furtado
       Durante uma ida ao centro de Porto Alegre para fotografar a feira do peixe e outras pautas do cotidiano, me deparei com uma reflexão obrigatória. Passava um ciclista com uma bicicleta de carga carregando galões dágua e no caminho estavam pedestres. Buzinadas com a boca resolviam aparentemente a questão, considerando que naquele momento a baixa velocidade da bicicleta permitia a percepção e o reflexo dos pedestres sobre a tal bicicleta. Em dado momento... observei que de longe vinha um cadeirante. Na calçada estreita e com muitas pessoas mal educadas, ele vinha empurrando seu "aparato" libertador que o coloca na condição de cidadão livre. Possivelmente cansado de enfrentar aquela multidão, desistiu e jogou-se sobre a ciclovia... a bicicleta desviou, pois não havia um momento apenas para bicicleta, cadeirante e pedestres. Havia também, alguns pedestres. Diante daquilo fui em busca de respostas na condição de observador, sem saber como é ser cadeirante, sem saber como é pedalar diariamente sobre aquele local. Pensei que os pedestres invadem e se deslocam rapidamente pela ciclovia, sem a menor preocupação de que aquele local é uma via de exclusividade. Ciente de toda aquele dificuldade do cadeirante, não pude pensar em outra coisa que não fosse o direito de ir e vir pela rua. Ninguém deve ter seu direito coibido... menos ainda alguém que pratica seu deslocamento com tanta dificuldade. Ao que parece, o CTB não considera a cadeira de rodas um veículo. Mesmo assim, prefiro pensar que todos presentes naquele momento não se oporiam a situação do vivente trafegar pela ciclovia. A calçada não é nada... não é caminho para quem precisa de verdade. Não é opção para o ciclista por lei, tampouco via de qualidade para um cadeirante... apenas para pedestres. Aliás, calçada passeio não é referência de qualidade de rota nem para pedestres, que se não olharem para o chão, tropeçarão! Agora, do ponto de vista humano, penso que calçada ou ciclovia deveria ser um direito para o cadeirante, pq na ausência de qualidade em uma das opções, a melhor passa a ser a forma de se deslocar. Por outro lado, bicicleta sobre ciclovias são um direito de seu condutor, e se assim recebem obrigações e direitos, como trabalhar nas responsabilidades em um acidente que envolvem pedestre, cadeirante e um ciclista? De quem é a "culpa" se um ciclista atropelar um cadeirante ou um pedestre? Eu não sei o que pensa a lei sobre isto... mas receio que seja outra resposta de amplitude relativa e imprecisa. Quem deve, como, quando, em que condição... aparece no CTB, mas e as condições destes espaços destinados a mobilidade e que não são ideais a nenhum destes grupos. Como fica? Como na imagem acima, me incomoda muito mais ver pedestres distraídos sobre a ciclovia e, que impedem o trânsito de um cadeirante, do que ver que o ciclista mais uma vez teve um direito negado. É um assunto polêmico... aparentemente sem solução para o perfil de cidadão brasileiro.  

sexta-feira, 20 de março de 2015

Um projeto moderno... pra variar!

         Com oportunidade de gerar um novo tópico, não poderia deixar de abordar coisas relacionadas que julgo importantes...          
Recentemente fui questionado sobre um motivo por não realizar montagens modernas e abordagens específicas sobre produtos atuais. Na verdade a gente faz isto aqui... nem tanto como se gostaria, mas falta mesmo é o investidor acreditar neste mercado e nestes profissionais críticos que realizam testes e abordagens técnicas. Também é fato que não há muitos destes capazes de surpreender o mercado... os testes atuais são fraquinhos, mesmo lá fora, não há aprofundamento técnico. Quando há, não há outra coisa... vc pode perceber que ou falta uma boa coleção de imagens, ou falta conhecimento, ou uma boa metodologia sobre a abordagem. Não há e repito, não há uma canal no Brasil que demonstre um teste que me satisfaça. E isto é evidenciado por falta de conhecimento por parte de quem poderia oferecer este trabalho e, falta de investimento da indústria e dos importadores neste mercado. Agora pergunto... o que movimenta o mercado? Não são as publicidades, testes e outras abordagens que valorizam o produto? Pq pouco se investe em testes, pq os profissionais deste meio não encontram uma estável gama de oportunidades para trabalhar em cima de produtos? Saiba que no Brasil temos mais de duas centenas de modelos de bicicletas de qualidade no mercado... se fizéssemos um teste a cada dois dias não seria possível falar de todos. Note que o mercado pensa pequeno... ou não disponibiliza de recursos para divulgar o produto? Esta é uma resposta que busco até hoje... Bem, vamos ao que interessa!

Projeto atual

          Estou, junto com alguns poucos amigos lojistas "loucos", batalhando para reduzir preços de peças e componentes para montarmos uma bike de testes atual. Este projeto vai fazer parte de várias abordagens. De questões relevantes ao cicloturismo, pneus, rodas, peso, confiabilidade, etc.
A ideia é mostrar que dá pra montar uma bicicleta como se gosta... com qualidade e que atenda necessidades do cotidiano, também que possa ser usada para viajar, para divertir-se, para ser o cavalo de metal que leve para todo lugar. O projeto será atual... freio a disco, inicialmente e preferencialmente mecânico, por motivos que explicaremos mais pra frente. Rodas grandes, afinal, ninguém vai competir com ela... o negócio é ultrapassar obstáculos como areia fofa, barro, estrada com pedregulhos, etc. Moderno por estas características... com freio a disco, quadro de alumínio, peças tecnológicas, geometria mais moderna, etc Confesso que isto não me traz um conforto psicológico, mas vai trazer novas oportunidades ao leitor ao sistema. A gente fez testes legais aqui... alguns com perfil de abordagem crítica. Alguma coisa se fez para a Revista Bicicleta. Agora vamos ver se a coisa decola... falta pouco. Logo mais começo apresentando alguns materiais. Aguenta só um pouquinho aí... prometo que vc vai gostar. Roda pra frente...

terça-feira, 17 de março de 2015

69 milhões de views

Print do perfil Andarilho Roberto Furtado com indicação de 69 milhões de views, março de 2015.
     Bom, estou trabalhando em algumas ações que desenvolvem as relações da bicicleta. Todos sabem que o Bikes do Andarilho é um perfil crítico e informal das questões da bicicleta por parte deste que vos escreve. Não teria outra justificativa diferente da alegria para manter este espaço, contudo é lógico que este espaço mantido de forma incansável me traz benefícios profissionais. O blog acaba sendo uma vitrine do meu trabalho e das empresas com as quais costumo trabalhar. 
     O Bikes do Andarilho nasceu em 2008 e de lá pra cá o primeiro álbum de materiais foi inutilizado, se perdeu. O segundo álbum incluiu algumas coleções de imagens que havia se perdido e também recebeu o material próprio até que o espaço esgotou-se o limitou-se. Então, em 2011, criei um novo álbum de setembro de 2012 em diante, que é o que vigora nos dias atuais. Os dois álbuns disponíveis para visualização estão com a contagem de 6 milhões e 69 milhões, respectivamente. Isto declara todo trabalho que fizemos em parceria com a Revista Bicicleta, Sociedade Audax de Ciclismo, Federação Gaúcha de Ciclismo e com as empresas parceiras. Nós somos o que representamos para os ciclistas e entusiastas. Nós somos o que o sistema precisa que sejamos... nós somos a representação de uma cultura, do esporte, da mobilidade e das atividades sociais que devem ser lembradas também... tal como Projeto Pescar executado pelo Everson Ribas (Dudu Bike). Não sou o autor deste "show" sozinho... eu sei que do outro lado da tela tem um leitor, um ciclista, um fotografado em algum lugar que participou deste projeto. Se a bicicleta cresce, em forma de vendas, em forma mais usuários, em forma de empresas que buscam destacar-se por meio da bicicleta é pq nós estivemos aqui... eu e vc. Somos pessoas! Pessoas fazem o show... nós somos o show! Obrigado amigo leitor. Não conto mais os milhares de clicks... agora eu conto os milhões de acessos por minhas coberturas fotográficas, pautas que eternizei para promover a bicicleta. Grande abraço e, mantenha o foco!

segunda-feira, 16 de março de 2015

A coleção de imagens do Audax 200 da SAC 15.03.2015

foto: Roberto Furtado / Sociedade Audax de Ciclismo
       Não podia ser diferente... cada vez que a gente vai pra estrada é sempre um grupo grande de ciclistas, colaboradores, amigos e familiares. Passa muito rápido um dia de domingo para quem acompanha, para quem pedala, nem tanto... ainda mais com forte calor. 
Os ciclistas largaram de São Leopoldo e rumaram a Rolante, de lá foram para Santo Antônio da Patrulha, de Santo A. P. para São Leo novamente. Havia sim, trechos de acostamento ruim, também movimento, e teve o calor que foi do tipo abafado, mesmo assim foi grande o número de pessoas que conquistou a própria superação. Alguns não chegaram e foram "socorridos", são e salvos, agora mais experientes e, é apenas isto que importa. Todo mundo voltou pra casa em segurança e eu comemoro justamente isto... o dia em que todo mundo se divertiu e voltou pra casa. 
As imagens estão dispostas como sempre, em ordem, neste álbum do picasa ou google plus. Agradeço pela visita nos álbuns, estou comemorando que falta bem pouquinho pra fechar 6 milhões de visualizações nesta estrada. Bem que eu podia ganhar meio centavo por visualização e então, já seria um Andarilho com recursos para tantos projetos pendentes! ;) Brincadeiras a parte... e segue esta magrela pra frente. Bicicleta... te amo!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Interbike e a referência sobre o mercado da bicicleta


        A Interbike é o grande sonho de muitos adultos... lá a gente se depara com todos os brinquedos de gente grande que estão relacionados com os pedais e rodas raiadas. Depois de participar deste evento por dois seguidos, fico pensando o que me espera na próxima oportunidade. Eram planos participar deste ano, mas o dólar disparado deixa dúvidas sobre a estabilidade econômica brasileira até setembro. Até agosto a gente descobre se vai dar pra ir... ou se deixa para 2016. Até lá a gente fica aqui avaliando as vantagens e tendências. Com 1200 expositores é preciso muita organização. Eu me perdi lá dentro todas as vezes... somente com a ajuda do mapa é que o visitante consegue ver aonde esta, o que já viu e para onde deve seguir. Se vc ficar parando em todos os estandes e perder 30 minutos conversando e olhando os materiais, vc não vai ver tudo! Em 2013 foi modesto o investimento em Fatbikes se comparado com 2014... e de acordo com rumores, a feira de 2015 promete uma explosão ainda maior desta febre. Foi possível ver todo tipo de projeto em rodas largas. Isto é uma coisa que eu tenho que cuidar... não confundir rodas grandes com rodas largas. Rodas grandes podemos aplicar para 29", rodas largas deixamos para fatbikes, cuja a medida fica acima de 26 x 3.0. Em uma das ilustrações desta postagem, aparece um triciclo com pneus grandes e baú de madeira para transporte de cargas. Nos USA existe uma cultura muito absorvida por pessoas de cidades menores, também para praias e interior, onde os aposentados costumam ir ao supermercado com triciclos. É uma forma de garantir a estabilidade ao pedalar... falo de equilíbrio físico! Os velhos, com todo respeito, utilizam triciclos porque são estáveis. Sobre areia fofa, triciclos, são extremamente seguros... principalmente confortáveis quando possuem rodas largas. É uma era bem fatbike absorvendo culturas e necessidades. 

quarta-feira, 4 de março de 2015

Um pneu que agrade... os pneus 26 estão sumindo!

Roberto Furtado, 2012.
Na sexta feira fui pegar a Giant Sedona e a encontrei com o pneu no chão... estava usando pneus Tioga, antigos, da década de 90. Evidentemente estavam rachados, mas eu e o Tchaka acreditamos que dava pra rodar um pouco com eles com a intenção de tentar avaliar os pneus antigos. Fiz vários pedais com estes pneus. Então, apareceu o traseiro vazio... tentei encher sem remover do aro, mas nem ameaçava encher de ar. Então vi que o lado do pneu estava estourado... estourou sozinho, parado em casa com 60 psi. Ali, percebi a grande burrada que fiz ao usar aqueles pneus. Eles poderiam ter estourado numa descida e certamente, teria eu caído por algum lugar da ruas de Porto Alegre. 
Agora estou procurando por substitutos... acho que vou colocar pneus maiores, pois gosto do conforto. Alguma coisa tipo 26 x 2.1, mas o problema agora é achar os tais pneus. Não estou achando... o motivo é claro, não tem mais ciclistas interessados em pneus 26 de boa qualidade. Os pneus bons estão ficando nas bicicletas de 27,5 e 29". Seria o fim da era 26", ou é apenas temporário?
Me parece meio ridículo esquecer os ciclistas de 26", não?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

As imagens da 1ª etapa do Campeonato Gaúcho de Downhill 2015




    O campeonato começou com gás total, exceto pela ausência de alguns de nossos grandes pilotos que estavam na Escadaria de Santos 2015. Mesmo com a falta de alguns colegas, o campeonato seguiu forte, com pista escorregadia e técnica. Difícil mesmo! 
O Ninho das Águias é tudo aquilo que a gente conhece e que muitos falam. É um climão especial, um local perfeito para reunir a galera e relaxar. Quem chegou cedo no Ninho, teve esta visão da imagem ao alto. As nuvens transformaram o pico em uma ilha... coisa divina mesmo! 
Muito embora estivesse apenas no dia de treino e qualify, vi que nem o chuvisco do meio da tarde estragou nossa cobertura fotográfica. Produzi bastante na manhã, quando havia este céu azul que só ajuda. Gostaria de dar um pequeno destaque... Gabriel Lanfredi achou um dindin de alguém, foi até a organização e entregou o valor a Federação. Isto é comum no meio onde temos bons meninos, mas sabemos que algumas vezes algumas coisas desaparecem. Lanfredi, o filho, entregou o valor pq sabia que era o certo a fazer. Alguém na pista, encontrou Gabriel e disse: "Cara, parabéns pela iniciativa correta!"
Evidente que Gabriel sabia que era o certo, todos nós sabemos! Quantos de nós o fazem? Eu espero que isto se repita muitas vezes e que aqueles que não o fazem, tal correto, mudem de comportamento ou deixem este meio. Nós precisamos de postura exemplar... só assim a gente melhora o mundo. "O certo é o certo, né Gabi?"Abraços pra todo mundo! 

"Gabriel, escolhe uma boa foto... é presente pra ti! Tu mereceu... é pouco, mas é o melhor prêmio que posso oferecer! abs do Andarilho"

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Andarilhando por Porto Alegre... de Bike! 2ª parte




      Comecei tarde e me dei mal no passeio de POA... não levei fé que a chuva iria engrossar, mas choveu bem! Contudo, fiz um pequeno trajeto. Algumas fotos fiz no caminho antes de chover... e na volta tive oportunidade de retratar esta espuma que os automóveis promovem. Certa vez me disseram que isto é a mistura de água com óleo, que forma esta "espuma" branca sobre o asfalto. Não sei ao certo, mas acho que é possível. Olha só a poluição que os automóveis realizam... dentre outras que a gente conhece. Imagina quantos são os problemas decorrentes disto... será que vale a pena?
Para quem não conhece, as três imagens são do Bairro Teresópolis. Sendo a primeira em direção a zona norte, a segunda em direção a zona sul e a última em frente ao patronato. Era isto... não foi bem sucedido o passeio nesta terça feira. Chuva esta no caminho do ciclista, nem sempre é dia de pedal!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Andarilhando por Porto Alegre... de bike!






Não seria tão bom ver a cidade tão receptiva ao ciclista como neste dias de feriado de Carnaval. Carnaval é a melhor data do ano para POA. E como eu tinha uma reunião com a Ninki da SAC, aproveitei pra ir de bike... só que antes fiz um pequeno turismo com minha Giant Sedona. Quando eu estava na rua, resolvi fazer algumas "Selfie" e percebi que estava de camiseta amarela e bermuda azul marinho. Me vi um servidos dos correios e telégrafos, mas tudo bem... eu não me importo. A sorte foi que não saí com aquela bicicleta amarelo gema da minha mãe, cujo bagageiro possuem alforges, aí o quadro estaria completo.
Pedal bem sucedido é alegria na bicicleta... tá feito, mais uma missão realizada. E como seria bom ver as ruas com menos automóveis, pois é nítido que o problema das ruas é grande responsabilidade do automóvel, não totalmente, mas grande parte. 
Bom... era isto! ;)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Imagens FGC da 2ª Etapa do Campeonato Gáucho de XCM 2015








     "A prova de NP é um clássico do gaúcho de MTB..." esta e outras frases sobre a qualidade da etapa são apenas mais uma confirmação sobre a necessidade de existir mais provas com este grau de frequência.  Além do cenário lindo, o trajeto traz dificuldade que permite selecionar distanciamento na competição. Sergio Cruz, campeão da categoria Elite, chegou alguns minutos na frente do segundo colocado, mostrando que o treinamento e planejamento esta dando resultados. O surgimento de novos atletas e novas equipes é uma garantia de que haverá novos destaques por todas as categorias, de estreante a elite. Este é um enriquecimento da qualidade competitiva que deve elevar ainda mais o nível do campeonato gaúcho para nível nacional e internacional.
As imagens são uma produção fotográfica do Bikes do Andarilho em conjunto com a Federação Gaúcha de Ciclismo, ambas independentes. O crédito autoral obrigatório é para este que vos escreve, Roberto Furtado. Aos colegas e amigos, um abraço e roda pra frente!


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A Interbike nunca descansa...

Foto: Roberto Furtado

   A Interbike é o maior evento de comércio de bicicletas na América do Norte, que reúne fabricantes, varejistas, os defensores da indústria e da mídia para conduzir os negócios do ciclismo. Fundada em 1982, a mostra reúne mais de 1.200 marcas relacionadas com o ciclismo, mais de 25 mil participantes no total por ano e é considerado um dos eventos comerciais globais mais importantes para a indústria de bicicletas. 

Interbike é um dos 90 eventos comerciais premier propriedade e operados por Emerald Expositions, um dos principais produtores de grandes feiras de negócios business-to-business. Emerald Expositions, com sede em San Juan Capistrano, CA produz shows e eventos de conferências a nível mundial que se conectam mais de 525 mil compradores e vendedores em nove diversificados mercados finais. Mercados cobertos incluem mercadorias em geral, esportes, hospitalidade e design de varejo, jóias, fotografia, fato decorado, construção, saúde e militar. 

O Bikes do Andarilho.com por participar ativamamente como mídia especializada nos eventos oficiais da Interbike, esta conectado a centenas de profissionais do marketing da maior feira das américas. As informações que passamos agora foram fornecidas pelo amigo Justin, responsável pelas divulgações oficiais da feira. Esperamos participar mais uma vez deste grande evento, em Setembro de 2015. 

Mais informações sobre Interbike pode ser encontrada em www.interbike.com