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terça-feira, 14 de junho de 2016

Pedalada Solidária do Calçado - 15 Junho de 2016

Composição Pablo Weiss, POA Bikers.
         Bom... a imagem acima já traz todas as informações necessárias. Não preciso dizer ajudar é um gesto gratuito... é uma forma da gente sentir-se bem, uma forma de estender a mão para quem dorme na rua. Se é difícil viver nas ruas, imagine que isto se potencializa por estar com um calçado aberto, uma roupa suja ou rasgada. Então, vamos dizer que uma roupa quentinha e um calçado fechado pode ser bem melhor que andar de chinelo pelas ruas gélidas de Porto Alegre. Quem não quiser pedalar com a galera... pode simplesmente passar ali no horário de concentração e deixar uma sacola com doações. Acho que é a melhor maneira de ajudar... viabilizar a ação! Esperamos muitas ações... pra quem ganha, uma baita ajuda! 

segunda-feira, 23 de março de 2015

Os caminhos da zona sul de Porto alegre



         O domingo era aguardado pelos ciclistas inscritos com receio de chuva, mas a noite foi mais fria que as demais e a chuva não apareceu. O presente foi um dia perfeito para pedalar! Nem chuva, nem muito calor! 
Everson Ribas, o Dudu, juntamente com Jânio Bragança, organizaram um passeio exemplar. Dudu convidou o Bikes do Andarilho para registrar este dia de entretenimento. Alguns ciclistas encontraram-se no centro de Porto Alegre e vieram pedalando até a Dudu Bike Shop, no bairro Tristeza... que deveria se chamar alegria, e que transformou-se em ponto de partida para esta aventura para a região de Lami, no extremo sul de Porto Alegre. 
A programação do passeio foi bastante simples e eficiente. Os ciclistas partiram da loja em direção ao Ronco do Bugio, percorrendo asfalto e estradas de chão. No Bike Park, os ciclistas hidrataram-se, e aproveitaram a oferta da casa... Luciano do Ronco do Bugio esperava os ciclistas com fatias de Cuca. Para quem desconhece o que é cuca, trata-se de um pão doce, cuja composição tem inúmeras variantes em receita. Reabastecidos, o grupo com cerca de 40 ciclistas partiu para as estradas dos caminhos rurais da região... um local ainda bem preservado e dado momento nós escutávamos o encontro de dois grupos de bugios. Ao que dizem, os bugios vivem em grupos sociais fechados, quando se encontram, confrontam-se com uma conhecida vocalização. Os moradores da região estão acostumados. Já vi os primatas, mas algumas poucas vezes na região... geralmente nós escutamos eles. Este é um passeio que todo ciclista portoalegrense deveria conhecer. Sair da selva de concreto é uma oportunidade especial. 
Depois de concluído o passeio pelos caminhos rurais, todos voltaram a sede do Ronco do Bugio para apreciar o almoço caseiro preparado com forno a lenha. Carne de panela, arroz, feijão, batata doce, saladas, suco de maracujá ou melancia e, ao fim de tudo, ambrosia de sobremesa. Perfeito...
Alguns ciclistas fizeram as trilhas internas do Ronco do Bugio logo depois do almoço, mas a maioria ficou "jogado" sobre o gramado "jiboiando". Chegada a hora, retorno para casa... e todos estavam na estrada novamente, era o fim de um dia especial junto dos amigos, girando roda e apreciando o trajeto. Agradecimentos a Jânio Bragança e aos demais envolvidos na administração do projeto. 
A coleção de imagens pode ser vista no álbum, uma cortesia do Dudu Bike. 


Fotografia: Roberto Furtado / Bikes do Andarilho
Promoção: Dudu Bike Shop dudubike.com.br

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Andarilhando por Porto Alegre... de Bike! 2ª parte




      Comecei tarde e me dei mal no passeio de POA... não levei fé que a chuva iria engrossar, mas choveu bem! Contudo, fiz um pequeno trajeto. Algumas fotos fiz no caminho antes de chover... e na volta tive oportunidade de retratar esta espuma que os automóveis promovem. Certa vez me disseram que isto é a mistura de água com óleo, que forma esta "espuma" branca sobre o asfalto. Não sei ao certo, mas acho que é possível. Olha só a poluição que os automóveis realizam... dentre outras que a gente conhece. Imagina quantos são os problemas decorrentes disto... será que vale a pena?
Para quem não conhece, as três imagens são do Bairro Teresópolis. Sendo a primeira em direção a zona norte, a segunda em direção a zona sul e a última em frente ao patronato. Era isto... não foi bem sucedido o passeio nesta terça feira. Chuva esta no caminho do ciclista, nem sempre é dia de pedal!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Andarilhando por Porto Alegre... de bike!






Não seria tão bom ver a cidade tão receptiva ao ciclista como neste dias de feriado de Carnaval. Carnaval é a melhor data do ano para POA. E como eu tinha uma reunião com a Ninki da SAC, aproveitei pra ir de bike... só que antes fiz um pequeno turismo com minha Giant Sedona. Quando eu estava na rua, resolvi fazer algumas "Selfie" e percebi que estava de camiseta amarela e bermuda azul marinho. Me vi um servidos dos correios e telégrafos, mas tudo bem... eu não me importo. A sorte foi que não saí com aquela bicicleta amarelo gema da minha mãe, cujo bagageiro possuem alforges, aí o quadro estaria completo.
Pedal bem sucedido é alegria na bicicleta... tá feito, mais uma missão realizada. E como seria bom ver as ruas com menos automóveis, pois é nítido que o problema das ruas é grande responsabilidade do automóvel, não totalmente, mas grande parte. 
Bom... era isto! ;)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Expo Bici foi um sucesso... Veja matéria na Revista Bicicleta edição de Dezembro de 2014

Revista Bicicleta, edição de Dezembro de 2014.

A terceira edição da Expo Bici foi um sucesso! Quem foi concordou plenamente com o que todos afirmavam... e a matéria não poderia faltar. Agradecemos a todos que colaboraram para a realização do evento e da pauta, em especial a Aventura Bikes, de Canoas; Gaúcha Bike, de Porto Alegre; Revista Bicicleta; e POA Bikers pelo evento organizado e acolhedor. Esperamos que 2015 conte com mais oportunidades como esta. O Bikes do Andarilho entra no oitavo ano de pedalada graças ao apoio de empresas sérias e colaborativas como estas. Somos incansáveis, somos bicicleta! Prestigie acessando o site das bike shops:



segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A Expo Bici... mais um sucesso para a bicicleta!


 Expo Bici dos sonhos de muita gente... Evento democrático, limpo, divertido! A feira gaúcha em sua terceira edição reuniu muitos velhos conhecidos, novos amigos, gente que a gente não via há muito tempo! Nesta estrada ciclística muitos são os que mudam de cidade ou de profissão, e com estas variantes surge também a dificuldade em participar dos eventos que juntam tantos sorrisos. Eis a importância de uma feira local... juntar novamente as pessoas, trazer os novos ciclistas ao convívio dos velhos, agitar o mercado local. Afinal, tudo isto é importante! Sim, tudo tem sua devida importância... fomentar o mercado, alavancar novos negócios, perpetuar amizades e bons costumes. Gerar hábitos sadios como de recuperar velhas bicicletas esquecidas ou abandonadas. É tempo de tirar a poeira, jogar no vento para que novas energias sejam canalizadas. É primavera, tempo de calor, de juntar a galera. Então, baita oportunidade! A Expo Bici possui uma finalidade diferenciada. As grandes feiras do mundo destinam-se a promover o mercado brasileiro ou mundial, mas aqui nós temos um oportunidade ímpar em ajudar o comércio local. O comércio local é responsável por administrar o sorriso nos rostos daqueles que aceitam o desafio de pedalar num dia de sol. Bem, esta é uma sensação única... não dá pra explicar. É o tipo de vivência que todo mundo deveria experimentar...

 A terceira e bem sucedida feira da bicicleta no RS teve apoio de dezenas de comerciantes. Nós nos juntamos, nos divertimos, alguns de nós compraram ou venderam peças. Isto só foi possível por estes comerciantes da bicicleta. Em evidência, estão parceiros do Bikes do Andarilho que possibilitaram muitas ações, tais como a cobertura fotográfica. Tão importante quanto registrar é poder promover, soltar ao vento, imagens, palavras, garantir a voz da bicicleta. Os agradecimentos especiais, pelo Bikes do Andarilho, são para a Gaúcha Bike e a Aventura Bikes, lojas que apoiaram este veículo informativo da bicicleta. Também ao POA Bikers e a Sociedade Audax de Ciclismo, por fim e não menos importante, a Revista Bicicleta, a mais abrangente e popular revista especializada em bicicletas, do Brasil.

Fotos da Expo Bici - 3ª edição

Texto e fotos: Roberto Furtado

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Bicicletas, pessoas e o sistema

Bairro Teresópolis, 2014.
Bicicletas para pessoas... o que é o sistema da bicicleta? Quem me acompanha e também a Revista Bicicleta, já percebeu que temos uma afinidade em comum. 
A abordagem principal é a bicicleta de toda natureza humana, mas o que é a bicicleta de verdade? Já estive presente em mais de 200 eventos da bicicleta, fora as pautas relativas a Revista Bicicleta e as abordagens do Bikes do Andarilho, estive com amigos e colegas registrando mais de 200 eventos esportivos. De relevância estadual (RS), incluindo também brasileiros e até mesmo internacionais, aqui e fora, foram eventos que descrevo como promotores de interação humana. Contudo, a bicicleta não é feita somente de competições... isto representa apenas uma face pequena da magrela de rodas raiadas. Em cada forma e proposta da bicicleta, reside um perfil quase exclusivo do exercício cidadão de ser ciclista e vivente das ruas brasileiras. Nos Audax, podemos ver que as relações são universais... se os ciclistas são de Porto Alegre ou de alguma cidade da França, as expectativas são as mesmas. Eles querem atravessar o mundo sobre a bicicleta com intuito de crescer! A jornada espiritual é um termo encarcerado no ciclismo da longa distância, torna-se inevitável relacionar o bem estar e propósito de crescimento interior quando o assunto é bicicleta e grande distância. O autor deste objetivo sabe muito bem o que ele busca, e longe disto esta qualquer intenção exibicionista ou outra que poderia ser julgada como egoísta. Contudo, nem é justo dizer que aquele que participa de competições estaria preocupado apenas consigo mesmo... ora, ele quer é pedalar, e competir esta no sangue em uma saudável face da bicicleta. Quem somos nós para julgar? Estes seriam menos ou mais importantes que aqueles que trafegam diariamente nas ruas para ir e vir do trabalho? Por meio da bicicleta, ir e vir, garante um significado pregado no cotidiano. É importante a bicicleta como veículo sustentável? Sem dúvidas... quem faz os números de venda que mantem e incentiva o sistema comercial? Ao meu ver, ciclistas do cotidiano, num todo, contribuem fortemente para o crescimento da economia e respeito da bicicleta. Se a bicicleta tem 50 anos ou apenas um mês, pouco importa. A bicicleta nas ruas prova que é relevante, que faz parte do sistema. O mercado mantem a bicicleta? Não... o mercado se mantem da bicicleta! Quem mantem as empresas funcionando, meu trabalho, a Revista Bicicleta, as fábricas, importadoras e um grande número de profissionais é o uso da bicicleta por pessoas que realmente realizam um trabalho de grão em grão em favor da bicicleta. Quem vai ao trabalho ou ao supermercado por meio da bicicleta, alimenta o sistema em dois momentos. Um quando compra e consome peças... e outro quando se torna uma vitrine móvel que desloca-se elegantemente pelas ruas. Há melhor propaganda que um cidadão sorridente sobre uma bicicleta?
Nas ruas de Porto Alegre, muitas bicicletas circulam... outro dia, o amigo Fabio Lazzarotto, disse-me: 

"Cara, alguns anos atrás a gente conhecia todo mundo que andava de bicicleta em Porto Alegre, agora tá cheio de ciclista e praticamente não conhecemos nenhum deles!"

Isto, descreve uma situação importante... esta se renovando diariamente a safra de ciclistas, também crescendo. O crescimento é exponencial! Dois ciclistas geram mais 2 ciclistas cada... em alguns anos, seremos milhares somente nesta capital. Não há limites para este sistema... ele parece estar roubando a cena dos automóveis aos poucos. Na medida em que as pessoas percebem que o transporte público pode ser deixado de lado em muitos casos e que o automóvel é um grande vilão por parte do estresse brasileiro de muitos tipos, encontra-se a "magrinha de rodados" um espaço cativado pelo sorriso. Pedalar traz sorrisos... não acredita? Duvida mesmo? Então pega uma bicicleta emprestada e vai até a padaria!

The photography... of post!
A imagem ao alto é da Giant Sedona, bicicleta com 20 anos de idade que tenho abordado por algumas oportunidades neste bloguito. O cenário é da Avenida Teresópolis, esquina com Avenida Belém, no Bairro Teresópolis. Neste bairro, apesar de muitas subidas fora deste eixo principal, ocorre a circulação de muitas bicicletas. Um dia, espero fotografar este mesmo trecho da via com dezenas ou centenas de bicicletas circulando e, então saberei que tudo que fiz como jornalista e como ciclista, reverteu-se em uma melhoria para todos. 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Uma Raleigh MT200 e questões da tecnologia






 Reciclar... Este deve ser um dos assuntos mais falados na atualidade, pois acho justo, necessário e muito divertido. O que nós podemos fazer para reaproveitar ou promover a continuidade dos objetos que temos ao alcance? Bom, acredito que manter e conservar estes equipamentos de gerações anteriores é uma ótima alternativa para cultivar esta cultura old school. Neste caso, o estado da pintura do frame estava tão boa que poucos acreditariam que a bicicleta tem uns 19-20 anos. E quando colocamos peças modernas e novas, garantimos o uso desta guerreira por mais 10 anos, tranquilamente. Este modelo possuía originalmente peças de nível shimano altus, mas na remontagem optamos por colocar um alívio como câmbio traseiro e trocadores, pois isto daria um prestígio pouco maior para ela... e merecido seria.
A opção de 24 velocidades esta um pouco além do que se imaginava para uma bicicleta de passeio na época, mas na atualidade cai muito bem. A marca Raleigh é conhecida por qualidade. Muitos admiradores da marca se mantem fiéis a ela, mas é certo que este fama é algo que veio de um passado distante, quando os frames de aço e/ou cr-mo invadiram o mercado europeu, proveniente do Reino Unido (Frank Bowder,1887), mas posteriormente firmou-se no americano, onde é sediada até hoje. Se observa estas belezas citadas como Raleigh USA, mas originalmente eram inglesas existentes somente versões inglesas. O emblema ainda é o mesmo, tornou-se marca registrada e é reconhecido a distância por aqueles entusiastas. Durante os anos 90, foram atribuídos a linha de fabricação modelos de conceito passeio urbano e MTBs.
Originalmente, a MT200 possuia freios tipo cantilever, mas na oportunidade de transformar a bike em uma eficiente proposta modernizada, substituímos os freios originais por vbrakes novos, modelo altus, da shimano. Esta ação permitiu uma "compatibilidade" eficiente com o aro das novas rodas. E verdade seja dita, os freios atuais são mais eficientes, facilmente ajustados e praticamente a prova de dor de cabeça. Até mesmo a remoção das rodas em caso de pneus furados se torna uma tarefa fácil. Blocagens eficientes da shimano com o fácil desconectar dos vbrakes agiliza a operação. Em 5-8 minutos o pneu esta consertado e recolocado. É fato... alguns ciclistas estão tão eficientes na manutenção de pneus que isto se percebe em grupos de passeios ou mesmo nas ruas de uma cidade grande. 
Um grande diferencial deste modelo... algo que considero realmente incomum no passado e ainda mais na atualidade é a junção de Cr-Mo com alumínio. Depois de todos estes anos envolvido com pesquisa e garimpo de bicicleta, não havia visto pessoalmente. Até então, escutei falar, mas não acreditei. Não é fácil compreender pq um fabricante faria isto, mas possivelmente a melhor resposta seja divida em duas. Na justificativa de um fabricante para um público consumidor, imagino que a resposta seja de que utilizando top e down tube em alumínio obtinha-se uma redução de peso. Certo... pode ser que seja esta a argumentação. Contudo, na década de 90 especulava-se o uso de alumínio como uma vantagem de material tecnológico como resposta a tudo. Na verdade, os grandes fabricantes, frente a uma nova avalanche de fabricantes de frames de cr-mo e aço de boa qualidade, perceberam que era preciso evoluir para "despistar" o mercado dos aproveitadores que agora queimavam preço no mercado. Esta corrida tecnológica marca uma geração e removia alguns iniciantes do mercado ao passo que todos os grandes possuiam frames de carbono e alumínio em suas linhas de produção. Até mesmo o titânio foi utilizado para derrubar os fabricantes em início de carreira. Então esta união entre Cr-Mo e alumínio da Raleigh MT200 certamente era um trunfo tecnológico com intenções de sobressair-se em relação as demais marcas. Mesmo possuindo um grupo simples, como o Shimano Altus, ela reunião características fortes da qualidade. Tal observação é verdadeira que componentes não relacionados a relação de marchas e freios, como mesa, canote e aros, foram aplicados com uma qualidade de nível bastante alto. Foram utilizadas peças de grife para aquela época, com mesa e canote de cr-mo (extremamente pesados), também aros da marcam Weinmann. O garfo da bicicleta também é dr Cr-Mo, como grande parte da estrutura principal, demonstrando robustez de um tempo onde as bicicletas não tinham prazo de validade. Não que a atualidade não possua qualidade... não é isto, mas os frames de hoje são projetados com finalidades de outro conceitos. Os frames atuais têm perfil competitivo, tecnológico, de baixo peso, as vezes comportamentos específicos a torção e flexão. É o futuro desejado para o automóvel aplicado em grande parte das bicicletas atuais. Nunca se viu tanta tecnologia da indústria como ocorre nas bicicletas. 
Uma importante crítica, algo que tenho feito sempre que possível, é quanto a qualidade dos componentes atuais. A Shimano e outras grandes marcas tem demonstrado um capricho de alto nível, como soluções inteligentes que posso indicar como democráticas, pois estão pouco a pouco ficando ao alcance de todos. Exemplo disto é o cubo de conceito centerlock, que permite ser aplicado em modelos de vbrake ou disco, sem prejuízo em um das duas escolhas. Produzir um sistema que possa ser instalado em ambos os modelos permite sua popularização, pois antes quando eram produzidos 60.000 peças para vbrake e 20.000 peças para disco, agora fabrica-se a quantidade que supri o mercado de ambas as opções e bolsos. Isto favoreceu a popularização do freio a disco que num futuro próximo, acredito, atingirá a totalidade das bicicletas. Entendo isto pq o custo de produção se reduz, e então aumenta-se a procura, e mais ainda se reduz o custo... e pela eficiência do disco, especialmente por preservar os aros do desgaste das frenagens, pode ser um novo caminho para sustentável opção da manutenção em bicicletas. Isto, o tempo escreverá, não desta forma, talvez, mas como novos conceitos que ainda vão surgir.