Mostrando postagens com marcador avaliação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador avaliação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Thule Perspektiv™ Backpack... lançamento de review!

           Thule Perspektiv™ Backpack

            De vez em quando realizo alguns testes práticos aqui, mas geralmente eles são voltados para materiais destinados a ciclistas. Contudo, nesta oportunidade testarei uma mochila da Thule objetiva o público da fotografia. Esta é uma mochila de perfil profissional, mas pode ser utilizada por fotógrafos avançados amadores. Mesmo que a proposta seja direcionada a fotógrafos, resolvi publicar aqui por um motivo simples... a Thule produz materiais de ponta para todo uso outdoor, possuindo materiais para caminhantes, ciclistas e outros aventureiros da natureza selvagem e da natureza urbana. Os equipamentos são de uma qualidade especial... muito além da média, destacam-se por um espaço no mercado que imagino com exclusividade. Sendo muito sincero como sou em todas as críticas a respeito de produtos... acredito que a marca encontra-se sozinha no lugar mais alto do olimpo. A construção descreve estas impressões quando se toca o material... na estética, na funcionalidade, na aparência da robustez e na durabilidade. Aliás. quanto dura um equipamento diz para mim uma importante relação sobre custo e o benefício. Um produto de maior valor agregado custará barato se durar duas ou três vezes mais... aprendi isto na dura lição da última mochila que abandonei em São Paulo com apenas um ano de uso! Sim, a mochila profissional que usei no último ano, que não vou revelar a identidade de fabricante, não aguentou o tranco! Aqui faço aviso de lançamento de review para uma "Backpack Thule Perspecktiv TPBP-101. De design arrojado, discreta, funcional, minhas apostas são para ela... como uma das melhores opções do mercado. Talvez eu possa dizer depois do uso se ela é realmente a melhor... e realmente acredito que possa ser a rainha das mochilas para aventureiros com fotografia. O video já é uma grande sacada do fabricante. Um fabricante que acredita em seu produto, aposta em um video descritivo de qualidade. Vou fazer, com prazer, o teste deste produto... teste verdadeiro, com apresentação (aqui), fotos, e críticas a respeito do uso diária. "Eu sou a prática neste ofício! Viverei de verdade cada situação que esta mochila passar, portanto esta será uma prova material do cotidiano!"

Há tempos... 
Havia um tempo que eu namorava esta mochila da Thule... há muitas opções para fotógrafos no mercado. Nestes anos trabalhando tive algumas mochilas, me lembro de uma boa mochila da Canon, mas era pequena. Depois comprei uma nova mochila (não vou informar a marca) e ela não aguentou o tranco... Carrego muito peso, e a mochila que apresentou problemas foi dando sinais na falta de resistência... falhou nas alças e nas divisórias internas. Antes de comprar um material, verifique se os testes espalhados na internet são verdadeiros, pois somente a prática descreve a qualidade de um produto. Aguarde... mas eu aposto todas as expectativas nesta mochila. 

Agradecimentos, a Thule do Brasil, representada por Giuliano Bertazzollo, do marketing, e ao Victor Vidal, representante da marca no RS.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Mais uma bike pra comentar... Giant Prodigy - Parte 01


Pedevela Exage 400 LX apresenta os sinais do tempo... mais de 20 anos!

Os freios cantilever receberam sapatas de freios novas, XTR. Muita eficiência agora...

Agilidade e precisão nos STI Deore LX de 24V.

Simplicidade nos aros e pneus, mas conforto e bom desempenho ao rodar pela cidade. 

Pintura apresentava marcas de uso, mas ainda com boa qualidade e resistência ao tempo.

Embora estivesse com garfo original, substituímos por um garfo com espiga mais longa para utilizar caixa aheadset std.

O que é a Giant Prodigy?
       
           Bom, acho que podemos dizer que é uma bike com multi perfil... Com rodas 700, a Prodigy é uma bike de uso diversificado. Se aplica bem o cicloturismo, pode ser usada com muita qualidade e segurança em mobilidade urbana e, ainda, se o destino for os maus caminhos esburacados de uma estrada de chão, poderá se aventurar, pois aceita pneus grandes como os 700 x 42C. O modelo em questão é uma velha guerreira de atribuição Fitness de acordo com o fabricante, contudo, como disse acima, se trata de uma bicicleta capaz de superar bons obstáculos e confiável em qualquer jornada ciclística. Comprei esta bicicleta com alguns poucos detalhes necessitando de atenção. Já não possuía os cubos originais e trocadores originais, também lhe faltava o selim da época e o pedevela do lado esquerdo esta trocado por um ching ling. Contudo, o valor foi relativamente atraente e algumas peças possuía em meu estoque de garimpo depois de anos desta prática de criticar e resgatar o passado. Me apaixonei tanto pela bicicleta que decidi ficar com ela... e tentei deixar a mesma com componentes de época. Sabemos que esta é uma tarefa praticamente impossível, mas deu pra sentir um pouco a travessia dos tempos. E surpreende ver uma bike destas com pintura original e com desempenho tão bom quanto algumas modernas. A geometria é espetacular! 

Os componentes

          Embora esta e outras bicicletas possuam mais de 20 anos, encontram-se frequentemente componentes de época circulando em vias das grandes cidades. Geralmente, tais componentes estão "embarcados" em bicicletas antigas. As vezes vc consegue propor ao dono, um valor ou troca de componente para fins de um estoque para o momento futuro; outras vezes é a salvação de um grupo completo em uma velha bike no lixão; ou nas listas e classificados vc encontra alguém se desfazendo de algo pq utilizou um moderno! Se encontra alguma coisa em bicicletarias velhas... hoje é difícil, mas no passado foi assim. Alguns profissionais da bike são especialistas nisto, tal como o amigo Antônio Adi, frequentemente são encontrados em feiras e exposições das antigas. 
Esta Giant Prodigy possuía um grupo Exage com versões do 400 e 500 LX, era comum na época encontrar um cambio dianteiro 400 e um traseiro 500 na mesma bicicleta, de fábrica. Os câmbios ainda eram originais... bem como freios e pedevela. Infelizmente, o lado direito do pedevela sofreu alguns tipo de problema, possivelmente de rosca espanada e foi substituído por um qualquer. Então, consegui o braço esquerdo exatamente igual, mas este tipo de sucesso é raro! As coroas originais deste modelo possuem 50, 40 e 30 dentes, fabricadas em aço. Coloquei rodas com cubos shimano RSX (para 8 ou 9 velocidades), cujo desenho é o mesmo dos originais Shimano Exage. Os aros são novos, mas se parecem com os de época. O cassete de 8V é novo... e fico triste pq esta difícil de conseguir um como eu gostaria, mas logo chegamos lá. Os trocadores são Deore LX, de 24V, perfeitos em funcionamento, mas ligeiramente mais novos que os originais desta bicicleta, que possivelmente se parecem com Exage Country e 400LX. Há informações faltantes ou até mesmo incorretas na internet... então precisar o modelo é uma tarefa de pesquisa, muito com base na verificação de bicicletas originais de mesmo modelo e ano. O problema é que esta não é uma bike tão comum assim...
Pra não deixar passar em branco... certa vez fiz uma observação sobre os câmbios exage, de alguns modelos, cujo braço de acionamento do câmbio é uma peça separada do corpo e articulado com molejo. Tal dispositivo deixa muitos ciclistas curiosos e questionando a finalidade, aproveitando que o cambio traseiro em questão é com este tipo de construção, explico mais uma vez. O acionamento dos botões do rapid fire (as alavancas), geralmente possuem curso capaz de recolher o cabo de forma a trocar mais de uma vez a marcha em único acionamento. Com o dedo polegar acionando a alavanca até o fundo, sobe-se até três marchas de única vez. Isto pode desencadear um esforço súbito do sistema devido ao excesso de carga, então a mola no sistema serve para controlar o limite aplicado no cabo. Isto traz longevidade aos ajustes do câmbio, também protege o sistema. As situações foram superadas na atualidade de outra forma... e não podemos esquecer, não é necessário que um câmbio dure tanto assim. E quem duvida disto comparando ou afirmando que peças tops são tão resistentes quanto as antigas... pergunte para quem competia e agora trabalha como manutenção de bikes. Este biker dos anos 90 vai ter a resposta pra vc... sei pq já conversei com alguns com este posicionamento. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Giant ATX - projeto moderno!

Dani Freitas e eu (Andarilho), com o quadro da abordagem em mãos, 2015.
            Depois de trocar umas boas ideias com o Dani Freitas, consultor de vendas da loja Dudu Bike, escolhemos um modelo para eu avaliar aqui no Bikes do Andarilho. A proposta é montar uma MTB de rodas 26", objetivando a abordagem desta questão de rodas "ultrapassadas" em relação aos modelos de 27,5" e 29".  Uma segunda abordagem vai ser comparar esta bicicleta com a outra Giant que possuo... aquela velha Giant ATX, dos anos 90. Usaremos peças modernas, novas, e logo mais, nas próximas abordagens, falarei destas peças. 
O quadro na cor preta, acabamento fosco, foi escolhido desta forma pq há outros projetos pela frente, e tenho próprias preferências que combino com segurança. Uma bicicleta simples com pintura bonita, parece uma bicicleta melhor... uma bike de melhor qualidade, com pintura discreta, parece uma bike mais simples. A ideia é chamar menos atenção por onde passar, pois com esta vou finalmente realizar um sonho antigo, projeto de roteiro de cicloturismo que há tempos desejo colocar em prática. 
Este modelo de MTB da Giant é o mais simples da marca... não é tão popular com outras que vemos por aí, mas se justifica pelos acabamentos e tradição da marca. Aliás, depois que eu comecei a andar de Giant Sedona ATX 90's, entendi algumas coisas que ouvia de proprietários felizes. Espero que esta bike me passe o mesmo, em impressões, que sua antecessora de 20 anos atrás... 
Por hora, agradeço ao Daniel da Dudu Bike Shop pela ajuda nesta escolha. Decisão que não é fácil e deve ser muito bem pensada... bike bem escolhida é sinônimo de alegria. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Um projeto moderno... pra variar!

         Com oportunidade de gerar um novo tópico, não poderia deixar de abordar coisas relacionadas que julgo importantes...          
Recentemente fui questionado sobre um motivo por não realizar montagens modernas e abordagens específicas sobre produtos atuais. Na verdade a gente faz isto aqui... nem tanto como se gostaria, mas falta mesmo é o investidor acreditar neste mercado e nestes profissionais críticos que realizam testes e abordagens técnicas. Também é fato que não há muitos destes capazes de surpreender o mercado... os testes atuais são fraquinhos, mesmo lá fora, não há aprofundamento técnico. Quando há, não há outra coisa... vc pode perceber que ou falta uma boa coleção de imagens, ou falta conhecimento, ou uma boa metodologia sobre a abordagem. Não há e repito, não há uma canal no Brasil que demonstre um teste que me satisfaça. E isto é evidenciado por falta de conhecimento por parte de quem poderia oferecer este trabalho e, falta de investimento da indústria e dos importadores neste mercado. Agora pergunto... o que movimenta o mercado? Não são as publicidades, testes e outras abordagens que valorizam o produto? Pq pouco se investe em testes, pq os profissionais deste meio não encontram uma estável gama de oportunidades para trabalhar em cima de produtos? Saiba que no Brasil temos mais de duas centenas de modelos de bicicletas de qualidade no mercado... se fizéssemos um teste a cada dois dias não seria possível falar de todos. Note que o mercado pensa pequeno... ou não disponibiliza de recursos para divulgar o produto? Esta é uma resposta que busco até hoje... Bem, vamos ao que interessa!

Projeto atual

          Estou, junto com alguns poucos amigos lojistas "loucos", batalhando para reduzir preços de peças e componentes para montarmos uma bike de testes atual. Este projeto vai fazer parte de várias abordagens. De questões relevantes ao cicloturismo, pneus, rodas, peso, confiabilidade, etc.
A ideia é mostrar que dá pra montar uma bicicleta como se gosta... com qualidade e que atenda necessidades do cotidiano, também que possa ser usada para viajar, para divertir-se, para ser o cavalo de metal que leve para todo lugar. O projeto será atual... freio a disco, inicialmente e preferencialmente mecânico, por motivos que explicaremos mais pra frente. Rodas grandes, afinal, ninguém vai competir com ela... o negócio é ultrapassar obstáculos como areia fofa, barro, estrada com pedregulhos, etc. Moderno por estas características... com freio a disco, quadro de alumínio, peças tecnológicas, geometria mais moderna, etc Confesso que isto não me traz um conforto psicológico, mas vai trazer novas oportunidades ao leitor ao sistema. A gente fez testes legais aqui... alguns com perfil de abordagem crítica. Alguma coisa se fez para a Revista Bicicleta. Agora vamos ver se a coisa decola... falta pouco. Logo mais começo apresentando alguns materiais. Aguenta só um pouquinho aí... prometo que vc vai gostar. Roda pra frente...

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Refletivos para raios...


Durante uma visita a um lojista amigo, fui apresentado a este interessante acessório. Sempre achei importante a instalação de refletivos sobre a bicicleta, com finalidade única de manter-me mais visível aos veículos no período mais escuro do dia. Estes são pequenos "tubinhos" que possuem material refletivo. Para instalar nos raios (spokes) da bicicleta possuem uma pequena fenda e entram naturalmente. Não é necessário colar ou realizar outra tarefa para manter os mesmos sobre os raios. O formato tem uma pequena tensão que permite a fixação sobre os "spokes". Alguns sobre os raios das rodas dianteira e traseira, e ponto extra para visualização lateral. Eis a grande sacada... já que ciclistas não menos visíveis também na maior dimensão, justamente por ausência de refletivos e sinalizadores. Fica a dica e roda pra frente...
Agradecimentos ao comércio Dudu Bike Shop pelo fornecimento do material para teste e avaliação. 

terça-feira, 8 de julho de 2014

Teste - na avaliação de pedais Wellgo K20427


Um assunto bastante esquecido pelos veículos de comunicação, pouco comentado em listas de discussões. Muitos pensariam que não há muito para falar sobre os pedais e que eles podem ser classificados apenas como tradicionais ou clipless. 
Alguns ciclistas usam apenas tradicionais, enquanto outros não abrem mão dos calçados específicos para pedais de encaixe. Escolhas são escolhas, cada ciclista vai ter uma em decorrência de uso e experiências. As vezes o ciclista é da mobilidade urbana, precisa estar no trabalho com um calçado que não seja tão esportivo e tão pouco confortável para caminhar. Quem utiliza sapatilhas e calçados especiais para clipagem reconhece que o solado geralmente é muito duro para passar horas de pé, ou caminhando de lá para cá. Em muitos casos, sapatilhas em piso frio de interior acabam se comportando de forma pouco estável. Nos casos especiais, podemos lembrar que algumas sapatilhas possuem um desenho que permite o taco encostar diretamente no chão. O taco geralmente é de aço ou de plástico, dependendo do modelo e da finalidade, ambos são extremamente escorregadios nos pisos de pedra polida, sem falar no desconforto pela rigidez do solado. 
Refletindo sobre isto e aproveitando um novo projeto de reconstrução de bicicletas, apostamos em uma opção que não fosse de clipless. Ninguém fala sobre pedais comuns, falam apenas em pedais caros, então criamos esta oportunidade. Procuramos em algumas lojas e confesso que não foi fácil encontrar muitas opções de pedais simples e de qualidade. Comum é encontrar pedais rudimentares, cuja a face de contato do eixo geralmente não apresenta a borda de estabilidade de aperto que aparece ao fim da rosca. Esta base, embora muitos insistam em dizer que é desnecessária, têm dupla finalidade. Para quem não consegue compreender de que parte do pedal estamos a falar, detalhamos. O eixo do pedal é como um parafuso, possui rosca. Esta rosca, ao chegar no final, encontra uma face perpendicular a linha do eixo do pedal. Esta face, nos pedais simples, geralmente é alterada em decorrência de um aproveitamento de materiais e metodologia de fabricação. Nos pedais de melhor qualidade, esta finalização de rosca se apresenta com a aparência de uma arruela fusionada ao eixo. Uma das finalidades deste sistema é garantir o aperto e aumentar a estabilidade do eixo sobre o pedevela (pé-de-vela). A outra vantagem deste conceito de terminação é proteger o pedevela de apertos e retiradas do pedal. Podes ver que nos pedevelas onde foram aplicados pedais simples, ocorreu a remoção do material mais macio (alumínio), que não chega a prejudicar a longevidade do material, mas deixa-o com uma aparência ruim no local, depreciando o estado do mesmo.
Muitos ciclistas não estão ligados nestas questões, mas nós escrevemos para todos os públicos, então abordamos as questões que podem interessar do mais detalhista e, também aos que se interessam por alguma "firula" sobre pedais, se assim quiserem chamar os menos preocupados com detalhes. 
Este será um teste de uso recente e de uso prolongado, pois nós acreditamos nesta proposta. Pensamos que o leitor mereça esta opção de informação, não podemos ficar restritos a uma situação de teste de curto prazo pq não condiz com a realidade de quem usa no cotidiano.  
O pedal em questão é de uma marca tradicional. Já na década de 90 havia bons pedais da marca Wellgo, e em geral, até mesmo os modelos com corpo de plástico apresentavam uma qualidade mínima. Embora os pedais de plástico remetam ao pensamento de que são ineficientes e nada duráveis, encana-se o consumidor que pensar assim. Pedais de corpo de plástico possuem também sua finalidade, além de possuírem custo reduzido. Os pedais plástico podem ser vistos como interessantes quando alguém ainda inexperiente atingir o meio da canela com os pedais. Quem nunca fez isto? Bom, a diferença entre um pedal de metal e um pedal de plástico se apresentará neste momento como em raras oportunidades. O pedal de plástico, quando toca o chão em uma curva, geralmente desliza. Dificilmente o pedal de plástico tranca como os pedais de metal. Para quem esta se acostumando com a bicicleta, ou iniciando no ciclismo, isto faz uma diferença entre cair ou se manter sobre a bicicleta. 

Marca: Wellgo
Modelo: K20427
Estrutura: corpo de alumínio, aro externo de alumínio; sinalizadores cateye.
Sistema: eixo de aço cr-mo, vedação para poeira e água (tapa pó em borracha), extremidade distal (da fixação) fechada com tampa metálica de rosca. 

Crítica: O aro externo, cuja estrutura tem finalidade formar apoio para os calçados, no modelo em questão é formado por duas peças. Geralmente, este aro externo é composto por peça única. Aqui, ele se apresenta com a interrupção que não use os dos lados (traseiro e dianteiro dos pedais). Esta diferença pode sugerir uma menor robustez nestas estruturas, pois sabe-se que uma única peça unida por 4 parafusos tende a ter maior resistência do que peças presas com apenas dois, mesmo que se pareça a mesma peça apenas dividida. Os esforços atribuídos ao conjunto são distribuídos em peças unificadas. Imagine se um dos parafusos cair (algo extremamente raro)... um peça presa por dois parafusos, ao perder um, ficará apenas com um e, certamente ocorrerá prejuízo na pedalada até que o ciclista encontre um ponto de manutenção. 
O pedal apresenta grandes qualidades pelas características físicas. Ele pode não ser o modelo escolhido para muitos, mas possui qualidade estrutural, um desenho bonito e aprimorado, facilidade de manutenção, sinalizadores em ambos os lados e, baixo peso. O corpo de alumínio polido sugere uma preocupação do fabricante em destacar a qualidade, de outra forma, poderia ter menor acabamento e ser pintado na cor preta, que esconde detalhes como rebarbas de fundição. 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Testando uma bicicleta dobrável...

Estou testando mais uma bicicleta para a Adventure Bike Shop. A bicicleta em questão é uma Ubike, modelinho mais simples da marca. Tive a oportunidade de pegar modelos mais aprimorados, mas faço avaliação verdadeira do que uso e critico. Sei que a bicicleta é uma opção de menor valor entre as demais deste fabricante, e por isto, certamente será a mais vendida. Estou fazendo o teste partindo dela dobrada. Ou seja, todo dia, monto novamente, e guardo dobrada ao fim do uso. A proposta é esta... ter uma bicicleta dobrável, e manter a mesma pronta para o uso, foge da finalidade. Tenho que simular como se estivesse escondida em casa, atrás de uma porta, etc. Então, dia de sol... (ontem), pega a vermelhinha, monta. Vai pra rua, realiza alguma tarefa simples... é a veracidade do teste. Já tenho muitas considerações para mostrar. Estou apenas aproveitando mais um pouquinho para dar o parecer final. Gostei bastante até o momento. Tem algum detalhe que me incomoda, mas quase toda bicicleta tem. Não dá pra dizer que todo produto atende a minha expectativa, tampouco que todas são próprias para meus interesses. Estou tentando ser imparcial, mas isto é quase impossível. Somos humanos... 
Durante este processo me vieram novas idéias, estou refletindo sobre o uso dela no trânsito. De acordo com a sensação de insegurança no trânsito da capital gaúcha, diria que é mais fácil sentir-se seguro em cima de um trator. Qualquer coisa que o condutor de um veículo automotor puder passar por cima, tira completamente o receio de conduzir o veículo junto destes "obstáculos". Estou começando a ter uma crença sobre ciclistas... primeiro, eles devem andar de armadura. Segundo, deveriam portar uma bazuca, para que o motorista ficasse com medo de provocá-lo. Humor negro a parte... mas o "troço" tá terrível nas vias. Duvída? Então vem experimentar...